segunda-feira, 31 de março de 2008

A TABELA PERIÓDICA

Tabela periódica dos elementos químicos é a disposição sistemática dos elementos, na forma de uma tabela, em função de suas propriedades. É muito útil para se preverem as características e tendências dos átomos. Permite, por exemplo, prever o comportamento de átomos e das moléculas deles formadas, ou entender porque certos átomos são extremamente reativos enquanto outros são praticamente inertes etc. Permite prever propriedades como eletronegatividade, raio iônico, energia de ionização etc. (Wikipedia).
Desde o início do século XIX, várias tentativas, sem grande sucesso, foram feitas para organizar os elementos.
O trabalho mais detalhado foi feito, em 1869, pelo químico russo DMITRI IVANOVITCH MENDELEEV, e em 1913, através do trabalho do físico inglês HENRY G. J. MOSELEY, pôde-se identificar algumas inversões na ordem correta da tabela periódica, sendo, portanto, o primeiro dos trabalhos experimentais a ratificar o modelo atômico de Bohr. O trabalho de Moseley serviu para dirimir um erro em que a Química se encontrava na época por desconhecimento: até então os elementos eram ordenados pela massa atômica e não pelo número atômico, tornando-se a base da classificação atual. Dentre os 109 elemento conhecidos, os naturais, constituem a matéria do nosso mundo físico, e os artificiais foram obtidos em laboratórios de pesquisa nuclear.
Períodos - Denomina-se período ou série cada uma das linhas da tabela. O número do período corresponde ao número de camadas ocupadas pelos elétrons.
Famílias - As dezoito colunas da tabela são denominadas famílias ou grupos. Os elementos que pertencem a uma mesma família apresentam propriedades químicas semelhantes, pois possuem a mesma quantidade de elétrons na última camada.
O hidrogênio é diferente de todos os outros elementos e deveria ser colocado isoladamente na tabela; contudo ele aparece na família 1 (1A) por apresentar um elétron no subnível s da sua última camada.
Alguns autores imaginam tabelas periódicas diferentes das usuais.


Algumas tabelas periódicas online bem interessantes:

Vídeo extraído do Youtube

domingo, 30 de março de 2008

POEIRA DAS ESTRELAS

O Fantástico exibiu recentemente a série "Poeira das Estrelas". São doze vídeos que investigam a origem do universo. O físico e astrônomo Marcelo Gleiser é quem acompanha como a Ciência vem se desenvolvendo através dos tempos.

Para melhores resultados, inicie o player de vídeo e clique no botão PAUSAR imediatamente. Aguarde até a barra de progresso cinza alcançar o final do vídeo antes de reproduzi-lo. Isso carrega o vídeo inteiro no buffer para que você o assista sem interrupções.

A VIDA ANTES DO NASCIMENTO

Quando alguém pergunta sua idade, você bem que poderia acrescentar a ela nove meses. Pois é, enquanto está no ventre materno, ligado à mãe pelo cordão umbilical, o bebê já reage a estímulos externos. Com nove semanas o embrião já apresenta sistema nervoso, coração, braços e pernas. Mede cerca de cinco centímetros de altura na posição sentada.
Com doze semanas já se chama feto, porque as primeiras células ósseas começaram a se formar. Mede seis centímetros e meio e a mãe começa a sentir os movimentos feitos com os pés, cotovelos e joelhos. As unhas aparecem com vinte e quatro semanas e ao completar trinta e oito semanas a nova vida está pronta para o mundo aqui fora.
Antes do nascimento o bebê já reage a estímulos externos.
Durante o nascimento hormônios são liberados fazendo com que a mãe tenha as lembranças das dores do parto amenizadas, mas que ela jamais esqueça a sensação de sentir o filho pela primeira vez, para que mais filhos ela possa gerar.

sábado, 29 de março de 2008

TRANSMUTAÇÃO

Principal objetivo dos alquimistas, transmutação é a conversão de um elemento químico em outro. Desde o princípio da prática da alquimia, acreditava-se que era possível a transmutação de metais vis - como o chumbo, antimônio e bismuto em ouro.
Com o amadurecer do conhecimento científico, constatou-se que a transmutação alquímica, conforme defendida pelos alquimistas, é impossível, pois implica na alteração dos núcleos atômicos e como estes se encontram fortemente unidos, a energia envolvida nas reações químicas é insuficiente para rompê-los ou alterá-los. Porém, este fenômeno ocorre espontaneamente na natureza quando certos elementos químicos e isótopos possuem núcleos instáveis. Em tais elementos, se produzem fenômenos de fissão nuclear , que se transformam em novos elementos de números atômicos inferiores, até que os seus núcleos se tornem estáveis ( geralmente adquirindo a estabilidade do chumbo ).
O fenômeno contrário, a transmutação em elementos de números atômicos maiores, dá-se em temperaturas elevadas, como as que são registradas no sol. Este processo é denominado de fusão nuclear.

quarta-feira, 26 de março de 2008

QUÍMICA: DA PRÉ-HISTÓRIA À “ALQUIMIA MODERNA”

Ao longo da história da humanidade, o homem foi capaz de descobrir o fogo, inventar a roda, conhecer terras novas, pisar na Lua, explorar o Universo e estudar a si mesmo.
O conhecimento deu saltos exponenciais e a Ciência foi responsável pela melhoria da qualidade de vida de muitas pessoas.
A Química esteve presente em cada conquista humana, e hoje é uma das mais importantes ciências que se conhece. Apesar de muitas pessoas, por falta de conhecimento real, a associarem às coisas ruíns, sem pensar que Química é sinônimo de Vida, ela é reconhecidamente uma das mais importantes ciências que existe. Boa parte das coisas que estão ao nosso redor e fazem o nosso conforto, saíram de dentro de um laboratório de química.
Mas o começo não foi fácil. O homem pré-histórico, por erros e acertos, descobriu como lascar a pedra, como construir armas e algo muito importante na história da humanidade - o fogo - através do atrito entre pedaços de madeira. Na história da química, foram também importantes, as descobertas de alguns metais, milhares de anos antes de Cristo. O ouro, que deve ter sido encontrado na forma de pepitas, o cobre, talvez livre ou chamando a atenção por sua cor quando alguma fogueira foi produzida em local onde havia o seu minério.
De qualquer forma, aproximadamente 3000 antes de Cristo o ser humano conhecia o chumbo, o cobre, o bronze. O ferro, talvez conhecido através da queda de meteoritos, já era utilizado pelo hititas, 1.500 antes de Cristo.
Hoje não existe praticamente ninguém que não se beneficie de algum modo, da ciência.

sábado, 1 de março de 2008

ANIMAÇÕES E SIMULAÇÕES

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