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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Carta do Cacique Seattle para o presidente americano

"Tudo quanto fere a Terra, fere também os filhos da terra." (Cacique Seattle, 1885)
Carta do Cacique Seattle, da tribo Duwamish, do Estado de Washington, para o Presidente Franklin Pierce, dos Estados Unidos, em 1855, depois de o governo ter dado a entender que pretendia comprar o território da tribo.

sábado, 18 de setembro de 2010

A invenção dos fósforos

Desde a pré-história os homens aprenderam a originar o fogo pela fricção entre pedaços de madeira. Isso ocorre pelo fato de cada substância combustível possuir uma temperatura chamada temperatura de combustão ou temperatura de ignição, que uma vez atingida origina a queima ou combustão. Muitas vezes os grandes incêndios de florestas ocorrem quando a temperatura de ignição espontânea é atingida, em algumas situações não são necessárias fagulhas para o início da combustão.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

domingo, 25 de abril de 2010

E SE O UNIVERSO TIVESSE SURGIDO HÁ 24 HORAS?

O Universo segundo a física moderna surgiu a cerca de 14 bilhões de anos. Já quanto a nossa espécie há algumas controvérsias. De acordo com alguns paleontólogos o homem existe há 200.000 anos. Outros tomam como base a ocupação da Europa e Ásia habitadas há cerca de 40.000 anos. Assim, se tomarmos o menor valor, temos que o tempo de existência do universo seria 350.000 vezes maior que o tempo de existência do homem.

domingo, 17 de janeiro de 2010

PENSADORES - PITÁGORAS

“…Ao transferir bens materiais, o doador perde a sua posse. Há, porém, alguns atributos intrínsecos que não podem ser transferidos de um indivíduo para o outro, como a beleza e a coragem. O conhecimento, por outro lado, é algo tão importante que os deuses decidiram que o doador pode retê-lo mesmo que o tenham transmitido…”
Pitágoras de Samos, cerca de 2.500 anos atrás.

domingo, 10 de janeiro de 2010

INTRIGANTE - Existe o líquido respirável?

Em seu  último livro O Símbolo Perdido, o escritor Dan Brown, faz referência ao "líquido respirável", onde o principal personagem Robert Langdon,  após ficar várias horas dentro de um tanque cheio de um líquido é retirado do tanque vivo porque o líquido em que se encontrava era "respirável".

sábado, 2 de janeiro de 2010

A INCRÍVEL MÁQUINA HUMANA

Os seres humanos são feitos com o mesmo impressionante conjunto de componentes, montados como um kit de peças pelo processo da evolução. São seres incríveis não apenas pelo que fazem, mas pelo que são.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

ANIMAÇÃO - GALILEU E OS CORPOS EM QUEDA LIVRE

A lei dos corpos em queda diz que todos os corpos caem com aceleração constante, uma vez que o efeito da aceleração gravitacional, ou seja, da gravidade em todos os corpos, à mesma altura, é igual. Esta lei só é observada no vácuo, pois como a densidade dos corpos é diferente, no ar o corpo mais pesado exerce maior força e cai primeiro.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

INTRIGANTE - Por que sentimos medo? O medo é um inimigo ou um aliado?




Sentir medo é uma reação protetora e saudável do ser humano. O medo causa uma reação em cadeia no cérebro que tem início com um estímulo de estresse e termina com a liberação de compostos químicos que provocam aumento da freqüência cardíaca, aceleração na respiração e energização dos músculos. O coração bate mais depressa, para bombear o sangue com maior rapidez até às celulas, para que os músculos tenham maior energia se for preciso fugir, por exemplo.
O medo pode provocar reações físicas como descarga de adrenalina, aceleração cardíaca e tremor. O medo "normal" e necessário é originado de estímulos reais de ameaça à vida. A cada situação nova, inesperada, que representa um perigo, surge o medo. Todo mundo teme alguma coisa - doenças, assaltos, dentistas, aviões, solidão, etc.
Obviamente a intensidade do medo esta relacionada com o histórico de vida de cada um. Assim, diante de nossos medos, só nos restam duas alternativas: fugir ou lutar. Em princípio, lutar pode ser uma reação positiva, mas isso não quer dizer que fugir seja uma reação negativa. Tudo depende da situação e é preciso reconhecer os próprios limites. Quando há uma situação de ameaça real à sua vida, o medo não é uma reação patológica, mas de proteção e autopreservação.

O mesmo não acontece quando estamos sob o domínio do pânico e o medo passa a tomar conta de nossa consciência. Quando em pânico, a pessoa nem foge nem enfrenta, mas fica paralisada e sem controle. Nesses casos, deve-se buscar a sua origem para conseguir agir. Se não tivéssemos medo, não teríamos nenhum receio de carros em alta velocidade, de animais venenosos e de doenças contagiosas. Tanto nos seres humanos como nos animais, o medo tem por objetivo promover a sobrevivência. Com o decorrer do tempo, as pessoas que sentiram medo, tiveram mais pressão evolutiva favorável.


A maioria de nós não precisa mais lutar (ou correr) por nossas vidas na selva, mas o medo está longe de desaparecer, pois continua servindo ao mesmo propósito que servia na época em que se encontrava com um leão enquanto se trazia água do rio. A diferença é que agora carregamos carteiras e andamos pelas ruas da cidade. A decisão de usar ou não aquele atalho deserto à meia-noite é baseada em um medo racional que promove a sobrevivência. Na verdade, o que mudou foram só os estímulos, já que corremos o mesmo risco que corríamos há centenas de anos e nosso medo ainda serve para nos proteger da mesma forma que nos protegia antes.

sábado, 20 de setembro de 2008

HIROSHIMA 60 ANOS DEPOIS

Em 6 de agosto de 1945, durante a Segunda Guerra Mundial, foi lançada na cidade japonesa de Hiroshima a primeira bomba atômica, pelos Estados Unidos.

A bomba foi programada para detonar a 576 metros acima da cidade japonesa onde viviam milhares de pessoas. Apenas um silencioso clarão e ergueu-se um cogumelo de devastação de 9.000 metros de altura provocando ventos de 640 a 970 km/h e espalhando material radioativo numa espessa nuvem de poeira.

A temperatura no solo chegou aos 5 mil ºC. Hiroshima tinha na época cerca de 330 mil habitantes, e era uma das maiores cidades do Japão, o bombardeio matou cerca de 130 mil pessoas e feriu outras 80 mil. A bomba também afetou seriamente a saúde de milhares de sobreviventes. Prédios sumiram com a vegetação, transformando a cidade num deserto. Num raio de 2 km, a partir do centro da explosão, a destruição foi total. Milhares de pessoas foram desintegradas e, em função da falta de cadáveres, as mortes jamais foram confirmadas. A cidade ficou arrasada.
Três dias depois Nagasaki também foi destruída por outra bomba.
Hiroshima hoje tem mais de 1 milhão e 100 mil habitantes. Em pouco mais de 60 anos conseguiu se reerguer, transformando-se numa grande potência.
Contudo, as marcas da guerra jamais se apagarão.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

A QUÍMICA DOS CORANTES

Segundo a wikipédia “um corante é toda substância que, se adicionada a outra substância, altera a cor desta. Pode ser uma tintura, pigmento, tinta ou um composto químico”. A humanidade sempre foi fascinada por cores. Há 20.000 anos caçadores da Era Glacial já utilizavam pigmentos para fazer inscrições rupestres nas paredes das cavernas, criando obras que resistem até os dias atuais.
Alguns tecidos que revestiam as múmias egípcias eram coloridos.
Com o tempo, muitos corantes naturais foram sendo descobertos e artificiais foram inventados.
O uso de corantes artificiais iniciou-se em 1856. Hoje, mais de 90% dos corantes empregados são sintéticos.
Entretanto, muitos corantes naturais utilizados na antiguidade ainda são empregados, e em larga escala, como o índigo, um pigmento azul, extraído da indigofera tinctoria, e a henna, utilizada até mesmo na indústria de cosméticos.
Até nosso país deve o nome a um corante: era do pau-brasil que se extraía um pigmento capaz de tingir tecidos com cores fortes, como vermelho, rosa ou marrom.
Atualmente, existem mais de oito mil compostos diferentes no mercado. Essas substâncias podem ser tanto orgânicas como inorgânicas. Elas dão cor à nossas casas, papéis, roupas, carros e alimentos.
Na indústria de alimentos alguns corantes são usados com mais freqüência.
Os aditivos alimentares permitidos encontram-se classificados por "famílias" que têm a ver com a função que exercem. A cada um corresponde um código, constituído pela letra E seguida de três algarismos. Os corantes vão de E100 a E199, os conservantes de E200 a E299, os antioxidantes de E300 a E330, havendo ainda estabilizantes, espessantes, emulsionantes, gelificantes, antiaglomerantes, acidulantes, potenciadores do sabor coadjuvantes dos antioxidantes.
Pela legislação brasileira no rótulo deve vir descrito a classe do aditivo (corante) e o nome por extenso e/ou INS. Os corantes artificiais devem apresentar no rótulo a indicação: COLORIDO ARTIFICIALMENTE.

Do urucum são fabricados os corantes naturais mais difundidos na indústria de alimentos, ou seja, os produtos do urucum representam aproximadamente 70 % (em quantidade) de todos os corantes naturais e 50 % de todos os ingredientes naturais que têm função corante nos alimentos. Dele são produzidos corantes com vasto uso em salsicharias, laticínios e cereais; corantes com grandes aplicações em produtos alimentícios como: massas recheios e produtos oleosos e condimentos como o colorau ou colorífico, muito comum na culinária brasileira e na América Latina.

Outro corante utilizado em larga escala na indústria de alimentos é o carmin de cochonilha.
Cochonilha é um corante extraído do extrato seco de fêmeas do inseto Coccus cactis. Estes insetos são encontrados com freqüência no Peru, Ilhas Canárias e, mais recentemente, na Bolívia, onde são cultivadas normalmente em plantações de palmas (cactos).


Da colheita é extraído um corante de cor vermelho violeta, com muito boa estabilidade ao calor, pH e oxidação.
Suas principais aplicações são em laticínios, doces, geléias, sorvetes, bebidas alcoólicas e cosméticos, para dar o colorido vermelho ou seus matizes.
A Cúrcuma ou açafrão brasileiro é de onde se extrai um corante cujo principal pigmento é a curcumina. É uma planta originária da Ásia, cultivada na China, Índia, Ilhas do Caribe e América do Sul. O principal produtor é a Índia.
No Brasil, a cúrcuma é vendida na forma de tubérculos (raízes), e também de pó desidratado, com vasta aplicação em culinária e em molhos de mostarda.
Como corante, seu uso ainda não é grande, mas é encontrado com freqüência para dar cor a massas alimentícias, sobremesas e sorvetes. Clorofila é o mais abundante pigmento vegetal encontrado na natureza. Existe em todas as plantas verdes e em muitas algas. A clorofila é a responsável pela fotossíntese das plantas.
O pigmento natural tem sua molécula de magnésio substituída por cobre para ficar mais estável à luz e ao calor, recebendo o nome de feofitina de cobre, pigmento este solúvel em óleo. Após a saponificação tem-se a clorifilina de sódio e cobre que é solúvel em água.
As aplicações mais comuns do corante de clorofila são em sorvetes, massas de vegetais, sobremesas e também na indústria farmacêutica e da higiene pessoal. Páprica doce é um pimentão cultivado na Espanha, América do Sul, Índia e Etiópia. Da páprica doce se extrai um corante oleoresina de cor vermelho-alaranjado, cujos principais pigmentos são a capsorrubina e a capsantina. Em menor quantidade também estão presentes o beta caroteno, licopeno, violaxantina e outros.
Na América do Sul, existem plantações organizadas de páprica no Brasil, Argentina e Chile. Porém, a produção do oleoresina requer equipamentos de extração e destilação de solventes de grande porte e devido o baixo consumo no Brasil, estes corantes ainda são importados.
As aplicações mais comuns dos corantes de páprica são em molhos condimentados, maioneses e embutidos cárneos.
Da beterraba roxa extrai-se um corante de cor vermelho intenso, cujo principal pigmento é a betaina ou batalina.
Dos corantes naturais, a beterraba é a mais instável com relação ao pH, luz, calor e oxidação. Por isso, é pouco usado como corante para alimentos. Este corante é usado no preparo de sorvetes, doces e na indústria de laticínios, confeitos e congelados.

Antocianina é um grande grupo de pigmentos hidrossolúveis, responsáveis pela coloração dos morangos, framboesa, uvas, batata roxa, repolho roxo, etc. Os corantes de antocianina são fabricados normalmente a partir de cascas de uva, cujo pigmento é a antocianina. Devido à solubilidade e à mudança de cor em função do pH, este corante possui uso restrito a produtos que normalmente são fabricados a partir de frutas que contêm: sorvetes de uva, geléias, vinhos compostos etc.

segunda-feira, 5 de maio de 2008

A ALQUIMIA

Desde a Grécia Antiga a vontade de entender os segredos do universo já intrigava as pessoas.
Aristóteles, um filósofo grego, acreditava que tudo o que havia no mundo era feito de quatro elementos: fogo, terra, ar e água. O fogo era fonte de energia e calor. A terra dava forma e substância às coisas. O ar significava o espaço vazio, o movimento, os sons e cheiros. E a água era o solvente que dava unidade e equilíbrio à mistura dos elementos.
Para Aristóteles, a quantidade de cada um desses elementos combinados é que dava à matéria suas mais diversas aparências.
Esse pensamento dos quatro elementos foi aceito durante muito tempo.
Séculos após os gregos, durante a Idade Média, homens que viveram na Europa e no Oriente tentaram ir além: entender melhor os mistérios da matéria. Esses homens eram os alquimistas.
Al, é um termo árabe, para designar Ser Supremo ou Todo-Poderoso, como Al-lah. O termo alquimia, designa a ciência de Deus, ou seja, a química de Al.
Os Alquimistas, desde o início da Era Cristã até o século XVII, buscavam incansavelmente obter a pedra filosofal e o elixir da longa vida, num misto de ciência com muito misticismo, pois eles acreditavam que praticando a alquimia purificariam além da matéria o espírito. Transformar metais em ouro e um elixir que curasse todas as doenças. Era isso que os alquimistas buscavam em seus laboratórios, na idade média, por meio de experimentos com o fogo, a terra, o ar e a água (os quatro elementos).

Foram eles que legaram à ciência moderna a descoberta de muitas substâncias, como subproduto de seus estudos, dentre eles podemos citar: a porcelana, vários ácidos (ácido sulfúrico), gases (cloro), metais (antimônio), técnicas físico-químicas (destilação, precipitação e sublimação), além de instrumentos de laboratório e algumas técnicas das quais se valeram mais tarde, outros cientistas.
Nicholas Flamel foi um dos maiores alquimistas da história. Ele nasceu em 1330, na França. A partir de 1380, começa a dedicar-se a experimentos alquímicos. Cerca de dez anos mais tarde ao início dos experimentos, ele teria conseguido transmutar metais em prata e ouro e inicia a realização de um grande número de obras de caridade como a construção de igrejas, hospitais, abrigos, decorando-os com pinturas e esculturas contendo símbolos alquímicos. Tanto ele como sua esposa gozavam de uma saúde invejável e não aparentavam a idade que tinham, segundo alguns devido aos conhecimentos alquímicos de Flamel. Conta a lenda, que após a sua morte, ladrões violaram o seu túmulo em busca de ouro, mas não encontraram nem ouro, nem o corpo de Flamel. É por isso que dizem que, além da pedra filosofal, ele descobriu também o elixir da longa vida, e que está vivo até hoje.

Nostradamus ou Michel de Notre-Dame foi médico, alquimista e astrólogo. Nasceu em 14 de dezembro de 1503. Suas profecias ficaram tão conhecidas que chegam a ofuscar o restante de sua obra. Foi convidado por um alquimista, Julius César Scalinger, para conhecer suas pesquisas e permaneceu um tempo em sua casa. Acabou se casando com Marie Auberligne, grande estudiosa e auxiliar de Scalinger em seus experimentos. Foi nesta época que Nostradamus passou a aprofundar-se na Alquimia, utilizando a biblioteca escondida de Scalinger, porque nesse tempo era proibida qualquer prática alquímica.

Paracelso é o pseudônimo do alquimista e médico suíço Philippus Aureolus Theophrastus Bombastus von Honheim. Nasceu em 17 de dezembro de 1493 na Suíça e tinha como princípio que a Pedra Filosofal da alquimia não devia ser somente para a procura do ouro e da prata, mas também de medicamentos para melhorar as condições de saúde do corpo humano, e assim, providenciar a forma de alcançar a vida eterna. Afirmava que “O homem não está na natureza; ele é da natureza.”

Roger Bacon viveu em torno do ano 1250 e foi um dos mais sábios estudantes da Alquimia, realizando até mesmo transmutações de metais. Bacon trabalhou no Calendário Juliano, aperfeiçoou instrumentos de óptica, fabricou a pólvora e aproximou-se muito dos princípios que permitiram a fabricação de óculos e telescópios alguns anos mais tarde. Foi preso duas vezes, pois os Franciscanos não toleravam seus questionamentos.

Isaac Newton, nasceu em 04 de janeiro de 1643, em Londres. Era alquimista, matemático e físico e foi um dos maiores gênios de todos os tempos. Desde pequeno já tinha uma enorme inteligência, resolvia problemas e criava engenhos. Sempre foi obstinado por seus livros e aos vinte e sete anos foi eleito Professor Titular de Matemática da Universidade de Cambridge. Nesta mesma época elaborou o cálculo infinitesimal. Publicou a obra Philosophiae Naturalis Principia Mathematica, onde expunha sua teoria para a explicação do universo, baseada na atração da matéria.
Newton acreditava que a Alquimia deveria permanecer secreta e por esse motivo nunca publicou os resultados de seus experimentos alquímicos. Deve-se a isto o fato de pouco se saber a respeito. Newton buscava na Alquimia encontrar a estrutura do microcosmo. Apesar de seus intensos estudos sobre o assunto, que duraram de 1668-1696, ele não conseguiu explicar as forças que governam os corpos pequenos. Em 1940, baseado nos manuscritos deixados por Newton, foi escrito o livro “Os Fundamentos da Alquimia de Newton".

Com o passar do tempo, o caráter místico da alquimia foi desaparecendo, e no final do século XI, na época da Inquisição, muitos dos alquimistas que trabalhavam para a nobreza européia tornaram-se médicos e astrólogos.
A figura representa um laboratório da idade média.

domingo, 20 de abril de 2008

O JULGAMENTO DE GALILEU

Em 22 de junho de 1633, numa sala do convento dominicano de Santa Maria Sopra Minerva, em Roma, encerrou-se um dos episódios mais controvertidos da história: o julgamento de Galileu Galilei pela Santa Inquisição, sua condenação e subseqüente renúncia à crença de que a Terra gira em torno do Sol.

quarta-feira, 2 de abril de 2008

A QUÍMICA AINDA BUSCA O ELIXIR DA LONGA VIDA?

Ao longo do tempo, a humanidade sempre sonhou em produzir algum tipo de substância capaz de prolongar a vida indefinidamente. Existiram diversos estudiosos que passaram a vida em exaustivas pesquisas visando a obtenção e preservação da saúde e da eterna juventude. Os alquimistas foram os mais obcecados perseguidores de uma panacéia, uma cura para todos os males, que pudesse manter o corpo e a mente sempre jovens.

sábado, 29 de março de 2008

TRANSMUTAÇÃO

Principal objetivo dos alquimistas, transmutação é a conversão de um elemento químico em outro. Desde o princípio da prática da alquimia, acreditava-se que era possível a transmutação de metais vis - como o chumbo, antimônio e bismuto em ouro.
Com o amadurecer do conhecimento científico, constatou-se que a transmutação alquímica, conforme defendida pelos alquimistas, é impossível, pois implica na alteração dos núcleos atômicos e como estes se encontram fortemente unidos, a energia envolvida nas reações químicas é insuficiente para rompê-los ou alterá-los. Porém, este fenômeno ocorre espontaneamente na natureza quando certos elementos químicos e isótopos possuem núcleos instáveis. Em tais elementos, se produzem fenômenos de fissão nuclear , que se transformam em novos elementos de números atômicos inferiores, até que os seus núcleos se tornem estáveis ( geralmente adquirindo a estabilidade do chumbo ).
O fenômeno contrário, a transmutação em elementos de números atômicos maiores, dá-se em temperaturas elevadas, como as que são registradas no sol. Este processo é denominado de fusão nuclear.

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