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sábado, 9 de abril de 2011

Ciência nua e crua

Série de programas que apresenta a utilização prática de conceitos básicos de botânica, física, química e biologia, entre outras ciências, para resolver problemas.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

INTRIGANTE - Onde vivem os menores seres vivos do planeta?

Pesquisadores da Universidade de Berkeley, nos Estados Unidos, descobriram que dois micro-organismos encontrados em uma poça de ácido em uma mina de cobre podem ser os menores seres vivos do nosso planeta. Os micróbios, do grupo Archaea, têm apenas uma célula e são capazes de viver em um ambiente tão inóspito quanto fluido de bateria.

domingo, 11 de abril de 2010

Truques da natureza - Incríveis técnicas de sobrevivência

Desde o início dos tempos predador e presa perseguem e fogem,  numa coreografia que determina o equilíbrio dos ecossistemas naturais. E muitas vezes são as presas pequenas e inferiores que escapam de seus adversários.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Macrofotografia

Ramo da fotografia voltado aos pequenos objetos, a macrofotografia encanta por revelar aos nossos olhos detalhes muitas vezes invisíveis a olho nú.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

ARANHA SALTADORA

A família das aranhas saltadoras (Salticidae) contém mais de 500 gêneros e cerca de 5.000 espécies descritas, tornando-se a maior família de aranhas, com cerca de 13% de todas as espécies. Esta aranha consegue saltar 50 vezes o comprimento de seu corpo, embora ela não tenha músculos especiais. Ela usa a ótima visão para a caça e navegação.

sábado, 16 de janeiro de 2010

INTERESSANTE NA WEB - TV MULTIMÍDIA

Portal educacional da Secretaria de Educação do Estado do Paraná. Disponibiliza objetos em formato possível de ser feito o download e utilizado em sala de aula.


domingo, 10 de janeiro de 2010

INTRIGANTE - Existe o líquido respirável?

Em seu  último livro O Símbolo Perdido, o escritor Dan Brown, faz referência ao "líquido respirável", onde o principal personagem Robert Langdon,  após ficar várias horas dentro de um tanque cheio de um líquido é retirado do tanque vivo porque o líquido em que se encontrava era "respirável".

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

FEROMÔNIOS: O CHEIRO DO AMOR?



Para melhores resultados, inicie o player de vídeo e clique no botão PAUSAR imediatamente. Aguarde até a barra de progresso cinza alcançar o final do vídeo antes de reproduzi-lo. Isso carrega o vídeo inteiro no buffer para que você o assista sem interrupções.

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

INTRIGANTE - Como é produzido o soro antiofídico?


As cobras não-venenosas ou não-peçonhentas atingem a marca de 81% das espécies conhecidas, e têm presas não-articuladas. Produzem um veneno que aflora em sua cavidade bucal e atua na digestão do alimento, mas não possuem presas inoculadoras, ou seja, não podem introduzir o veneno na vítima. As cobras venenosas ou peçonhentas produzem uma secreção tóxica nas parótidas, glândulas situadas abaixo e atrás dos olhos e estão em conexão com as presas inoculadoras. O veneno, um líquido viscoso, branco (levemente turvo) ou amarelo, é resultante de uma mistura de muitos protídeos, uns tóxicos e outros inócuos, e de substâncias orgânicas e inorgâncias micromoleculares.

Para a produção do soro antiofídico é feita a inoculação do veneno das serpentes em cavalos, que então produzem anticorpos específicos para anular o efeito de suas toxinas.
Eles produzem um anticorpo chamado gamaglobulina, obtido através de um processo de fracionamento químico e enzimático do plasma sanguíneo. São os anticorpos dos cavalos, devidamente purificados e processados, que compõem os diferentes soros, contra acidentes com serpentes da família das jararacas, cascavéis, surucucus ou corais. Depois de testes microbiológicos, biológicos e físico-químicos para garantir sua eficácia, o produto é diluído em água destilada e armazenado em ampolas. A dosagem do veneno inoculado precisa ser muito controlada: se for pequena demais, os cavalos não produzem anticorpos suficientes e, se for excessiva, podem morrer. A toxicidade também deve ser reduzida, para minimizar os prejuízos à saúde dos animais, o que é feito tradicionalmente através de substâncias químicas chamadas gutaraldeídos. No Brasil são produzidos basicamente os seguintes soros-antiofídicos:
Anti-Botrópico = contra acidentes de jararacas

Anti-Crotálico = contra acidentes de casacavéisAnti-Laquésico = contra acidentes de surucucus

Anti-Elapídido = contra acidentes de coraisAnti-Crotálico/Botrópico = contra acidentes com Cascavéis e Jararacas

Anti-Botrópico/Laquésico = contra acidentes com Cascavéis e Surucucus


quinta-feira, 29 de maio de 2008

A QUÍMICA DOS CORANTES

Segundo a wikipédia “um corante é toda substância que, se adicionada a outra substância, altera a cor desta. Pode ser uma tintura, pigmento, tinta ou um composto químico”. A humanidade sempre foi fascinada por cores. Há 20.000 anos caçadores da Era Glacial já utilizavam pigmentos para fazer inscrições rupestres nas paredes das cavernas, criando obras que resistem até os dias atuais.
Alguns tecidos que revestiam as múmias egípcias eram coloridos.
Com o tempo, muitos corantes naturais foram sendo descobertos e artificiais foram inventados.
O uso de corantes artificiais iniciou-se em 1856. Hoje, mais de 90% dos corantes empregados são sintéticos.
Entretanto, muitos corantes naturais utilizados na antiguidade ainda são empregados, e em larga escala, como o índigo, um pigmento azul, extraído da indigofera tinctoria, e a henna, utilizada até mesmo na indústria de cosméticos.
Até nosso país deve o nome a um corante: era do pau-brasil que se extraía um pigmento capaz de tingir tecidos com cores fortes, como vermelho, rosa ou marrom.
Atualmente, existem mais de oito mil compostos diferentes no mercado. Essas substâncias podem ser tanto orgânicas como inorgânicas. Elas dão cor à nossas casas, papéis, roupas, carros e alimentos.
Na indústria de alimentos alguns corantes são usados com mais freqüência.
Os aditivos alimentares permitidos encontram-se classificados por "famílias" que têm a ver com a função que exercem. A cada um corresponde um código, constituído pela letra E seguida de três algarismos. Os corantes vão de E100 a E199, os conservantes de E200 a E299, os antioxidantes de E300 a E330, havendo ainda estabilizantes, espessantes, emulsionantes, gelificantes, antiaglomerantes, acidulantes, potenciadores do sabor coadjuvantes dos antioxidantes.
Pela legislação brasileira no rótulo deve vir descrito a classe do aditivo (corante) e o nome por extenso e/ou INS. Os corantes artificiais devem apresentar no rótulo a indicação: COLORIDO ARTIFICIALMENTE.

Do urucum são fabricados os corantes naturais mais difundidos na indústria de alimentos, ou seja, os produtos do urucum representam aproximadamente 70 % (em quantidade) de todos os corantes naturais e 50 % de todos os ingredientes naturais que têm função corante nos alimentos. Dele são produzidos corantes com vasto uso em salsicharias, laticínios e cereais; corantes com grandes aplicações em produtos alimentícios como: massas recheios e produtos oleosos e condimentos como o colorau ou colorífico, muito comum na culinária brasileira e na América Latina.

Outro corante utilizado em larga escala na indústria de alimentos é o carmin de cochonilha.
Cochonilha é um corante extraído do extrato seco de fêmeas do inseto Coccus cactis. Estes insetos são encontrados com freqüência no Peru, Ilhas Canárias e, mais recentemente, na Bolívia, onde são cultivadas normalmente em plantações de palmas (cactos).


Da colheita é extraído um corante de cor vermelho violeta, com muito boa estabilidade ao calor, pH e oxidação.
Suas principais aplicações são em laticínios, doces, geléias, sorvetes, bebidas alcoólicas e cosméticos, para dar o colorido vermelho ou seus matizes.
A Cúrcuma ou açafrão brasileiro é de onde se extrai um corante cujo principal pigmento é a curcumina. É uma planta originária da Ásia, cultivada na China, Índia, Ilhas do Caribe e América do Sul. O principal produtor é a Índia.
No Brasil, a cúrcuma é vendida na forma de tubérculos (raízes), e também de pó desidratado, com vasta aplicação em culinária e em molhos de mostarda.
Como corante, seu uso ainda não é grande, mas é encontrado com freqüência para dar cor a massas alimentícias, sobremesas e sorvetes. Clorofila é o mais abundante pigmento vegetal encontrado na natureza. Existe em todas as plantas verdes e em muitas algas. A clorofila é a responsável pela fotossíntese das plantas.
O pigmento natural tem sua molécula de magnésio substituída por cobre para ficar mais estável à luz e ao calor, recebendo o nome de feofitina de cobre, pigmento este solúvel em óleo. Após a saponificação tem-se a clorifilina de sódio e cobre que é solúvel em água.
As aplicações mais comuns do corante de clorofila são em sorvetes, massas de vegetais, sobremesas e também na indústria farmacêutica e da higiene pessoal. Páprica doce é um pimentão cultivado na Espanha, América do Sul, Índia e Etiópia. Da páprica doce se extrai um corante oleoresina de cor vermelho-alaranjado, cujos principais pigmentos são a capsorrubina e a capsantina. Em menor quantidade também estão presentes o beta caroteno, licopeno, violaxantina e outros.
Na América do Sul, existem plantações organizadas de páprica no Brasil, Argentina e Chile. Porém, a produção do oleoresina requer equipamentos de extração e destilação de solventes de grande porte e devido o baixo consumo no Brasil, estes corantes ainda são importados.
As aplicações mais comuns dos corantes de páprica são em molhos condimentados, maioneses e embutidos cárneos.
Da beterraba roxa extrai-se um corante de cor vermelho intenso, cujo principal pigmento é a betaina ou batalina.
Dos corantes naturais, a beterraba é a mais instável com relação ao pH, luz, calor e oxidação. Por isso, é pouco usado como corante para alimentos. Este corante é usado no preparo de sorvetes, doces e na indústria de laticínios, confeitos e congelados.

Antocianina é um grande grupo de pigmentos hidrossolúveis, responsáveis pela coloração dos morangos, framboesa, uvas, batata roxa, repolho roxo, etc. Os corantes de antocianina são fabricados normalmente a partir de cascas de uva, cujo pigmento é a antocianina. Devido à solubilidade e à mudança de cor em função do pH, este corante possui uso restrito a produtos que normalmente são fabricados a partir de frutas que contêm: sorvetes de uva, geléias, vinhos compostos etc.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

TRANSGÊNICOS

Atualmente avançadas técnicas de engenharia genética possibilitam a manipulação da base molecular da vida, os genes, de forma a obter organismos vivos contendo material genético de outros organismos vivos. São os transgênicos, ou organismos genéticamente modificados (OGM).

sexta-feira, 4 de abril de 2008

ARMAS QUÍMICAS E BIOLÓGICAS

As armas químicas e biológicas são as armas mais letais já concebidas pelo ser humano. O uso de substâncias tóxicas como armas de guerra não é uma prática recente como muitos imaginam. Essa já era uma prática comum durante a antiguidade e a Idade Média. Historiadores contam que em 429 antes de Cristo, espartanos incendiavam piche e enxofre com o intuito de criar fumaça tóxica durante as guerras. Os gregos poluíam os suprimentos de água de seus inimigos com cadáveres de animais e usavam flechas envenenadas em suas guerras há mais de 2 mil anos.

domingo, 30 de março de 2008

A VIDA ANTES DO NASCIMENTO

Quando alguém pergunta sua idade, você bem que poderia acrescentar a ela nove meses. Pois é, enquanto está no ventre materno, ligado à mãe pelo cordão umbilical, o bebê já reage a estímulos externos. Com nove semanas o embrião já apresenta sistema nervoso, coração, braços e pernas. Mede cerca de cinco centímetros de altura na posição sentada.
Com doze semanas já se chama feto, porque as primeiras células ósseas começaram a se formar. Mede seis centímetros e meio e a mãe começa a sentir os movimentos feitos com os pés, cotovelos e joelhos. As unhas aparecem com vinte e quatro semanas e ao completar trinta e oito semanas a nova vida está pronta para o mundo aqui fora.
Antes do nascimento o bebê já reage a estímulos externos.
Durante o nascimento hormônios são liberados fazendo com que a mãe tenha as lembranças das dores do parto amenizadas, mas que ela jamais esqueça a sensação de sentir o filho pela primeira vez, para que mais filhos ela possa gerar.

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