terça-feira, 30 de setembro de 2008
PAREM
sábado, 20 de setembro de 2008
HIROSHIMA 60 ANOS DEPOIS
A temperatura no solo chegou aos 5 mil ºC. Hiroshima tinha na época cerca de 330 mil habitantes, e era uma das maiores cidades do Japão, o bombardeio matou cerca de 130 mil pessoas e feriu outras 80 mil. A bomba também afetou seriamente a saúde de milhares de sobreviventes. Prédios sumiram com a vegetação, transformando a cidade num deserto. Num raio de 2 km, a partir do centro da explosão, a destruição foi total. Milhares de pessoas foram desintegradas e, em função da falta de cadáveres, as mortes jamais foram confirmadas. A cidade ficou arrasada.
Três dias depois Nagasaki também foi destruída por outra bomba.Hiroshima hoje tem mais de 1 milhão e 100 mil habitantes. Em pouco mais de 60 anos conseguiu se reerguer, transformando-se numa grande potência.


Contudo, as marcas da guerra jamais se apagarão.
BOMBA ATÔMICA
quinta-feira, 11 de setembro de 2008
FEROMÔNIOS: O CHEIRO DO AMOR?
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
ÁGUA - FONTE DE VIDA
Líquido incolor e inodoro, a água como todas as substâncias, é formada por partículas minúsculas chamadas átomos, que agrupados formam as moléculas. A molécula da água é formada por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio.
Esses átomos se arranjam no espaço, com disposição não linear das ligações formando o que chamamos de pontes de hidrogênio estabelecendo zonas positivas e negativas na molécula formando assim um ângulo de 104,5°, garantindo propriedades peculiares e fundamentais a vida. Devido esta polaridade, as moléculas de água se organizam através da atração mantida entre pólos opostos (+ / –) entre moléculas distintas.
Graças a isso há uma forte atração, denominada coesão molecular, que no estado líquido desta substância promove alta tensão superficial. A polaridade também garante à molécula de água, desempenhar importantes reações extra e intra-celular desde a solubilidade de outros compostos (proteínas, carboidratos, lipídios) até a quebra por hidrólise da Adenosina Tri-fosfato (ATP), para geração de “energia” celular.
A água também participa da regulação térmica dos seres vivos. Por apresentar alto calor específico permite a absorção de uma elevada quantidade de calor, com baixa variação de temperatura, ou seja, uma pessoa em estado febril tem sua sudorese aumentada para que a evaporação da água contida no suor absorva o calor corpóreo, para diminuição da temperatura do indivíduo.


terça-feira, 9 de setembro de 2008
O LHC - ACELERADOR DE PARTÍCULAS
Poucas vezes se esperou tanto de um equipamento quanto do colossal acelerador de partículas construído ao longo da última década e meia, ao custo de US$ 8 bilhões. De suas entranhas, os cientistas esperam extrair nada menos do que os segredos da criação do Universo e da composição da matéria.
O acelerador está enterrado cem metros abaixo da superfície, numa caverna com a altura de um prédio de oito andares que forma um túnel circular de 27 quilômetros de extensão.
Ao longo desse túnel, entre milhares de quilômetros de fios e grossos canos, espalham-se 9,3 mil ímãs com a espessura de troncos de árvores, o tamanho de vagões de trem e pesando 35 toneladas cada.
Para resfriá-los, são usados 128 toneladas de hélio líquido. Por dentro dos ímãs, estendem-se dois tubos de vácuo. Em um dos tubos, um próton correrá em sentido horário. No outro tubo, um próton virá em sentido anti-horário. Acelerados a 99,99% da velocidade da luz, eles cruzarão um pelo outro 30 milhões de vezes por segundo.
Ao colidirem, 4 trilhões de elétron-volts de energia irão esmagá-los, libertando as partículas subatômicas. O objetivo da construção do complexo franco-suíço, que custou US$ 10 bilhões e é administrado pelo Cern (Organização Européia de Pesquisa Nuclear) é revolucionar a forma de se enxergar o Universo.
Embora improvável, existe a possibilidade teórica de que a experiência produza um miniburaco negro. Mas não será amanhã, quando os cientistas apenas farão um conjunto de prótons percorrer um túnel de 27 quilômetros de extensão, revestido por ímãs, construído no subsolo da região de Genebra (a estrutura passa sob a fronteira com a França e depois volta para o território suíço, a mais de cem metros de profundidade). O teste servirá para assegurar que o acelerador está, de fato, funcionando.
A primeira colisão ainda pode levar alguns meses. Quando o equipamento estiver funcionando, cerca de 200 milhões de resultados de choques entre prótons serão armazenados e analisados com a ajuda de uma rede global de computadores de alta velocidade, que inclui, também, cientistas brasileiros. Três milhões de DVDs de dados anuais deverão ser obtidos nessas colisões.

terça-feira, 2 de setembro de 2008
INTERESSANTE NA WEB - RELÓGIO MUNDIAL

