quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
PENSADORES - ISAAC NEWTON
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
INTRIGANTE - De onde vem o som do trovão?
Para os cientistas o que causa os trovões é a rápida expansão do ar que se aquece devido ao relâmpago. A enorme energia do raio aquece um estreito canal de ar a temperaturas superiores a 50.000ºC. Isto acontece tão rapidamente - em alguns milésimos de segundo - que o canal de ar quente não tem tempo de se expandir enquanto aquece. Isto produz uma grande pressão dentro do canal, que pode ultrapassar as 100 atmosferas. A elevada pressão gera uma perturbação sonora que é percebida como o som de um trovão.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
FELIZ 2009
Saúde, paz e prosperidade... Que o ano de 2009 venha repleto de boas sementes...
...E que tenhamos um belo passeio em mais uma voltinha em torno do Sol.
...E que tenhamos um belo passeio em mais uma voltinha em torno do Sol.
domingo, 21 de dezembro de 2008
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
INTRIGANTE - Por que sentimos medo? O medo é um inimigo ou um aliado?
Sentir medo é uma reação protetora e saudável do ser humano. O medo causa uma reação em cadeia no cérebro que tem início com um estímulo de estresse e termina com a liberação de compostos químicos que provocam aumento da freqüência cardíaca, aceleração na respiração e energização dos músculos. O coração bate mais depressa, para bombear o sangue com maior rapidez até às celulas, para que os músculos tenham maior energia se for preciso fugir, por exemplo.

O medo pode provocar reações físicas como descarga de adrenalina, aceleração cardíaca e tremor. O medo "normal" e necessário é originado de estímulos reais de ameaça à vida. A cada situação nova, inesperada, que representa um perigo, surge o medo. Todo mundo teme alguma coisa - doenças, assaltos, dentistas, aviões, solidão, etc. 

Obviamente a intensidade do medo esta relacionada com o histórico de vida de cada um. Assim, diante de nossos medos, só nos restam duas alternativas: fugir ou lutar. Em princípio, lutar pode ser uma reação positiva, mas isso não quer dizer que fugir seja uma reação negativa. Tudo depende da situação e é preciso reconhecer os próprios limites. Quando há uma situação de ameaça real à sua vida, o medo não é uma reação patológica, mas de proteção e autopreservação.
O mesmo não acontece quando estamos sob o domínio do pânico e o medo passa a tomar conta de nossa consciência. Quando em pânico, a pessoa nem foge nem enfrenta, mas fica paralisada e sem controle. Nesses casos, deve-se buscar a sua origem para conseguir agir. Se não tivéssemos medo, não teríamos nenhum receio de carros em alta velocidade, de animais venenosos e de doenças contagiosas. Tanto nos seres humanos como nos animais, o medo tem por objetivo promover a sobrevivência. Com o decorrer do tempo, as pessoas que sentiram medo, tiveram mais pressão evolutiva favorável.
A maioria de nós não precisa mais lutar (ou correr) por nossas vidas na selva, mas o medo está longe de desaparecer, pois continua servindo ao mesmo propósito que servia na época em que se encontrava com um leão enquanto se trazia água do rio. A diferença é que agora carregamos carteiras e andamos pelas ruas da cidade. A decisão de usar ou não aquele atalho deserto à meia-noite é baseada em um medo racional que promove a sobrevivência. Na verdade, o que mudou foram só os estímulos, já que corremos o mesmo risco que corríamos há centenas de anos e nosso medo ainda serve para nos proteger da mesma forma que nos protegia antes.
quarta-feira, 19 de novembro de 2008
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
INTRIGANTE - É possível produzir água em laboratório?
A água é o componente biológico essencial à manutenção da vida animal e vegetal mas, com os problemas de escassez e poluição vem sendo um dos maiores problemas mundiais.
Mas e se pudessemos fazer água em laboratório não resolveríamos o problema?
Mas e se pudessemos fazer água em laboratório não resolveríamos o problema?
Teoricamente seria simples: A molécula de água é formada por dois átomos de hidrogênio ligados a um átomo de oxigênio. Bastaria juntá-los em laboratório.
Porém, tal processo é extremamente perigoso e dispendioso. Não basta apenas misturar as moléculas de oxigênio e hidrogênio. Elas vão continuar sem reagir e o sistema continuará constituído por duas substâncias não unidas quimicamente. Para juntá-las precisamos unir as órbitas eletrônicas das moléculas e para fazer isso é necessário muita energia.
O oxigênio e o hidrogênio são extremamente inflamáveis, e para unir as tais órbitas eletrônicas precisaríamos de uma energia de ativação relativamente alta (uma fagulha por exemplo) e a explosão geraria apenas uma molécula de água.
Para se fazer uma quantidade considerável de água seria necessário um gigantesco, perigoso e inimaginável processo.
O oxigênio e o hidrogênio são extremamente inflamáveis, e para unir as tais órbitas eletrônicas precisaríamos de uma energia de ativação relativamente alta (uma fagulha por exemplo) e a explosão geraria apenas uma molécula de água.
Para se fazer uma quantidade considerável de água seria necessário um gigantesco, perigoso e inimaginável processo.
Mas no mundo inteiro cientistas estudam formas de viabilizar esse processo e talvez um dia a ciência possa tornar isso possível.
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