terça-feira, 2 de dezembro de 2008

INTRIGANTE - Por que sentimos medo? O medo é um inimigo ou um aliado?




Sentir medo é uma reação protetora e saudável do ser humano. O medo causa uma reação em cadeia no cérebro que tem início com um estímulo de estresse e termina com a liberação de compostos químicos que provocam aumento da freqüência cardíaca, aceleração na respiração e energização dos músculos. O coração bate mais depressa, para bombear o sangue com maior rapidez até às celulas, para que os músculos tenham maior energia se for preciso fugir, por exemplo.
O medo pode provocar reações físicas como descarga de adrenalina, aceleração cardíaca e tremor. O medo "normal" e necessário é originado de estímulos reais de ameaça à vida. A cada situação nova, inesperada, que representa um perigo, surge o medo. Todo mundo teme alguma coisa - doenças, assaltos, dentistas, aviões, solidão, etc.
Obviamente a intensidade do medo esta relacionada com o histórico de vida de cada um. Assim, diante de nossos medos, só nos restam duas alternativas: fugir ou lutar. Em princípio, lutar pode ser uma reação positiva, mas isso não quer dizer que fugir seja uma reação negativa. Tudo depende da situação e é preciso reconhecer os próprios limites. Quando há uma situação de ameaça real à sua vida, o medo não é uma reação patológica, mas de proteção e autopreservação.

O mesmo não acontece quando estamos sob o domínio do pânico e o medo passa a tomar conta de nossa consciência. Quando em pânico, a pessoa nem foge nem enfrenta, mas fica paralisada e sem controle. Nesses casos, deve-se buscar a sua origem para conseguir agir. Se não tivéssemos medo, não teríamos nenhum receio de carros em alta velocidade, de animais venenosos e de doenças contagiosas. Tanto nos seres humanos como nos animais, o medo tem por objetivo promover a sobrevivência. Com o decorrer do tempo, as pessoas que sentiram medo, tiveram mais pressão evolutiva favorável.


A maioria de nós não precisa mais lutar (ou correr) por nossas vidas na selva, mas o medo está longe de desaparecer, pois continua servindo ao mesmo propósito que servia na época em que se encontrava com um leão enquanto se trazia água do rio. A diferença é que agora carregamos carteiras e andamos pelas ruas da cidade. A decisão de usar ou não aquele atalho deserto à meia-noite é baseada em um medo racional que promove a sobrevivência. Na verdade, o que mudou foram só os estímulos, já que corremos o mesmo risco que corríamos há centenas de anos e nosso medo ainda serve para nos proteger da mesma forma que nos protegia antes.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

MORCEGOS - SINISTROS, MAS NEM TANTO...

Algumas lendas trazem histórias de mortos que saem de suas covas, transformam-se em morcegos para, durante a noite, sugar o sangue de indefesos seres humanos. São os vampiros.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

INTRIGANTE - É possível produzir água em laboratório?

A água é o componente biológico essencial à manutenção da vida animal e vegetal mas, com os problemas de escassez e poluição vem sendo um dos maiores problemas mundiais.
Mas e se pudessemos fazer água em laboratório não resolveríamos o problema?
Teoricamente seria simples: A molécula de água é formada por dois átomos de hidrogênio ligados a um átomo de oxigênio. Bastaria juntá-los em laboratório.
Porém, tal processo é extremamente perigoso e dispendioso. Não basta apenas misturar as moléculas de oxigênio e hidrogênio. Elas vão continuar sem reagir e o sistema continuará constituído por duas substâncias não unidas quimicamente. Para juntá-las precisamos unir as órbitas eletrônicas das moléculas e para fazer isso é necessário muita energia.
O oxigênio e o hidrogênio são extremamente inflamáveis, e para unir as tais órbitas eletrônicas precisaríamos de uma energia de ativação relativamente alta (uma fagulha por exemplo) e a explosão geraria apenas uma molécula de água.
Para se fazer uma quantidade considerável de água seria necessário um gigantesco, perigoso e inimaginável processo.
Mas no mundo inteiro cientistas estudam formas de viabilizar esse processo e talvez um dia a ciência possa tornar isso possível.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

INTERESSANTE NA WEB - SIMULADOR DE CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA

Neste site é possível fazer a simulação do consumo dos principais equipamentos elétricos residenciais, baseado no tempo aproximado de utilização de cada um. Basta selecionar o equipamento, informando a quantidade existente (número de aparelhos), e preencher o tempo de uso estimado em horas por dia. O cálculo do consumo e o custo aproximado em Reais leva em consideração a tarifa média para consumidores residenciais, sem ICMS e sem incidência do Encargo de Capacidade Emergencial. http://proceleficiencia.celesc.com.br/index.php?novasessao=14

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

MESTRES

Professor...
Mãos manchadas de giz...
Vai semeando a luz do conhecimento por onde passa...
À todos os Mestres nossa gratidão!

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

PENSADORES - ARTHUR SCHOPENHAUER

"A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter e pode ser seguramente afirmado que quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem." (Arthur Schopenhauer)

domingo, 12 de outubro de 2008

O SENHOR DOS ANÉIS

Veja neste vídeo imagens fantásticas feitas pelo telescópio Hubble de um dos mais fascinantes planetas do nosso sistema solar.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

ADMIRANDO O PASSADO

"Olhe o céu, já não é o mesmo céu que você conheceu, não é mais." R. Seixas
Todas as estrelas nascem, vivem e morrem. Elas estão tão distantes, que quando você olha para o céu, muitas vezes nem se dá conta, mas está olhando para o passado. Os astrônomos utilizam para medir a distância das estrelas o ano-luz, ou seja, a distância que a luz percorre em um ano, que equivale a 9,5 trilhões de km, já que a velocidade da luz é de 300.000Km/s. Isso significa que se uma estrela está a uma distância de 50 anos-luz da Terra, a luz que vemos hoje é aquela que ela emitiu há 50 anos, ou seja,  a visão que temos agora da estrela corresponde ao que ela foi há 50 anos.
Com telescópios poderosos e a ajuda de observatórios espaciais, os astrônomos conseguem ver as transformações das estrelas.
E descobriram, entre outras coisas, que quando olhamos para o céu, uma parte das estrelas que vemos já morreram há muito tempo. A sua distância de nós era tão grande que, quando a luz que emitiram chega até aqui, elas mesmas já não existem. A estrela do presente só iremos perceber daqui a 50 anos. No entanto, a distância entre a Terra e cada estrela existente no céu é diferente. Então, estamos observando, ao mesmo tempo, estrelas de diferentes épocas.
O nosso Sol, que também é uma estrela, um dia também irá morrer.

Ele está a 150 milhões de quilômetros da Terra e a luz emitida por ele leva 8 minutos para chegar até aqui.

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