quarta-feira, 15 de outubro de 2008

MESTRES

Professor...
Mãos manchadas de giz...
Vai semeando a luz do conhecimento por onde passa...
À todos os Mestres nossa gratidão!

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

PENSADORES - ARTHUR SCHOPENHAUER

"A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter e pode ser seguramente afirmado que quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem." (Arthur Schopenhauer)

domingo, 12 de outubro de 2008

O SENHOR DOS ANÉIS

Veja neste vídeo imagens fantásticas feitas pelo telescópio Hubble de um dos mais fascinantes planetas do nosso sistema solar.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

ADMIRANDO O PASSADO

"Olhe o céu, já não é o mesmo céu que você conheceu, não é mais." R. Seixas
Todas as estrelas nascem, vivem e morrem. Elas estão tão distantes, que quando você olha para o céu, muitas vezes nem se dá conta, mas está olhando para o passado. Os astrônomos utilizam para medir a distância das estrelas o ano-luz, ou seja, a distância que a luz percorre em um ano, que equivale a 9,5 trilhões de km, já que a velocidade da luz é de 300.000Km/s. Isso significa que se uma estrela está a uma distância de 50 anos-luz da Terra, a luz que vemos hoje é aquela que ela emitiu há 50 anos, ou seja,  a visão que temos agora da estrela corresponde ao que ela foi há 50 anos.
Com telescópios poderosos e a ajuda de observatórios espaciais, os astrônomos conseguem ver as transformações das estrelas.
E descobriram, entre outras coisas, que quando olhamos para o céu, uma parte das estrelas que vemos já morreram há muito tempo. A sua distância de nós era tão grande que, quando a luz que emitiram chega até aqui, elas mesmas já não existem. A estrela do presente só iremos perceber daqui a 50 anos. No entanto, a distância entre a Terra e cada estrela existente no céu é diferente. Então, estamos observando, ao mesmo tempo, estrelas de diferentes épocas.
O nosso Sol, que também é uma estrela, um dia também irá morrer.

Ele está a 150 milhões de quilômetros da Terra e a luz emitida por ele leva 8 minutos para chegar até aqui.

sábado, 20 de setembro de 2008

HIROSHIMA 60 ANOS DEPOIS

Em 6 de agosto de 1945, durante a Segunda Guerra Mundial, foi lançada na cidade japonesa de Hiroshima a primeira bomba atômica, pelos Estados Unidos.

A bomba foi programada para detonar a 576 metros acima da cidade japonesa onde viviam milhares de pessoas. Apenas um silencioso clarão e ergueu-se um cogumelo de devastação de 9.000 metros de altura provocando ventos de 640 a 970 km/h e espalhando material radioativo numa espessa nuvem de poeira.

A temperatura no solo chegou aos 5 mil ºC. Hiroshima tinha na época cerca de 330 mil habitantes, e era uma das maiores cidades do Japão, o bombardeio matou cerca de 130 mil pessoas e feriu outras 80 mil. A bomba também afetou seriamente a saúde de milhares de sobreviventes. Prédios sumiram com a vegetação, transformando a cidade num deserto. Num raio de 2 km, a partir do centro da explosão, a destruição foi total. Milhares de pessoas foram desintegradas e, em função da falta de cadáveres, as mortes jamais foram confirmadas. A cidade ficou arrasada.
Três dias depois Nagasaki também foi destruída por outra bomba.
Hiroshima hoje tem mais de 1 milhão e 100 mil habitantes. Em pouco mais de 60 anos conseguiu se reerguer, transformando-se numa grande potência.
Contudo, as marcas da guerra jamais se apagarão.

BOMBA ATÔMICA


quinta-feira, 11 de setembro de 2008

FEROMÔNIOS: O CHEIRO DO AMOR?



Para melhores resultados, inicie o player de vídeo e clique no botão PAUSAR imediatamente. Aguarde até a barra de progresso cinza alcançar o final do vídeo antes de reproduzi-lo. Isso carrega o vídeo inteiro no buffer para que você o assista sem interrupções.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

ÁGUA - FONTE DE VIDA

A molécula da água é a mais abundante do nosso organismo, a mais abundante do nosso planeta e a mais extraordinária e anômala que se tem conhecimento. É impossível existir vida sem água e onde existe água certamente são viáveis os processos vitais. Acredita-se que a água (H2O) é a segunda molécula mais abundante no Universo, atrás apenas do hidrogênio (H2). A água é o componente biológico essencial à manutenção da vida animal e vegetal. Líquido incolor e inodoro, a água como todas as substâncias, é formada por partículas minúsculas chamadas átomos, que agrupados formam as moléculas. A molécula da água é formada por dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio. Esses átomos se arranjam no espaço, com disposição não linear das ligações formando o que chamamos de pontes de hidrogênio estabelecendo zonas positivas e negativas na molécula formando assim um ângulo de 104,5°, garantindo propriedades peculiares e fundamentais a vida. Devido esta polaridade, as moléculas de água se organizam através da atração mantida entre pólos opostos (+ / –) entre moléculas distintas. Graças a isso há uma forte atração, denominada coesão molecular, que no estado líquido desta substância promove alta tensão superficial. A polaridade também garante à molécula de água, desempenhar importantes reações extra e intra-celular desde a solubilidade de outros compostos (proteínas, carboidratos, lipídios) até a quebra por hidrólise da Adenosina Tri-fosfato (ATP), para geração de “energia” celular. A água também participa da regulação térmica dos seres vivos. Por apresentar alto calor específico permite a absorção de uma elevada quantidade de calor, com baixa variação de temperatura, ou seja, uma pessoa em estado febril tem sua sudorese aumentada para que a evaporação da água contida no suor absorva o calor corpóreo, para diminuição da temperatura do indivíduo.
Os oceanos compõem cerca de 70% da superfície do planeta, e os continentes ocupam o restante, isto é, quase 2/3 do planeta são cobertos de água. Porém, a maior parte dessa água é imprópria para consumo. Do total, 97% é água do mar; 1,75% está congelada nos pólos ou em outras geleiras; 1,243% está submerso em lençois subterranêos. Sobram apenas 0,007% de água boa para ser usada.

O Brasil é o grande reservatório de água do mundo pois tem a maior reserva hidrológica do planeta (11, 6 % da água doce disponível no mundo está no Brasil, perfazendo 53% dos recursos hídricos da América do Sul). O Aqüífero Guarani é o maior manancial de água doce subterrânea transfronteiriço do mundo. Está localizado na região centro-leste da América do Sul. Sua maior ocorrência se dá em território brasileiro (2/3 da área total), abrangendo os Estados de Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
O CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) através da resolução 20/86, classifica as águas no Brasil de acordo com a sua salinidade. Salinidade inferior ou igual a 0,5% é água doce, com salinidade entre 0,5% e 30% é água salobra e com salinidade superior a 30% é água salina.
A ANA (Agência Nacional de Águas), criada em julho de 2000, tem o objetivo de disciplinar a utilização dos rios, de forma a evitar a poluição e o desperdício, para garantir água de boa qualidade para as futuras gerações.
A capacidade de renovação das águas durante o ciclo hidrológico e sua agilidade de auto-purificação, permite a relativa conservação, por um longo período, da quantidade e qualidade das águas doces. Isso dá a falsa idéia de que a água é um recurso inesgotável. Água é muito mais do que H2O. Ela é fonte de vida, e por isso cada um de nós é responsável por cuidar e preservar esse bem.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

O LHC - ACELERADOR DE PARTÍCULAS

O LHC (Grande Colisor de Hádrons), acelerador de partículas mais potente já construído será testado amanhã. Poucas vezes se esperou tanto de um equipamento quanto do colossal acelerador de partículas construído ao longo da última década e meia, ao custo de US$ 8 bilhões. De suas entranhas, os cientistas esperam extrair nada menos do que os segredos da criação do Universo e da composição da matéria. O acelerador está enterrado cem metros abaixo da superfície, numa caverna com a altura de um prédio de oito andares que forma um túnel circular de 27 quilômetros de extensão. Ao longo desse túnel, entre milhares de quilômetros de fios e grossos canos, espalham-se 9,3 mil ímãs com a espessura de troncos de árvores, o tamanho de vagões de trem e pesando 35 toneladas cada.

Para resfriá-los, são usados 128 toneladas de hélio líquido. Por dentro dos ímãs, estendem-se dois tubos de vácuo. Em um dos tubos, um próton correrá em sentido horário. No outro tubo, um próton virá em sentido anti-horário. Acelerados a 99,99% da velocidade da luz, eles cruzarão um pelo outro 30 milhões de vezes por segundo.

Ao colidirem, 4 trilhões de elétron-volts de energia irão esmagá-los, libertando as partículas subatômicas. O objetivo da construção do complexo franco-suíço, que custou US$ 10 bilhões e é administrado pelo Cern (Organização Européia de Pesquisa Nuclear) é revolucionar a forma de se enxergar o Universo.
Embora improvável, existe a possibilidade teórica de que a experiência produza um miniburaco negro. Mas não será amanhã, quando os cientistas apenas farão um conjunto de prótons percorrer um túnel de 27 quilômetros de extensão, revestido por ímãs, construído no subsolo da região de Genebra (a estrutura passa sob a fronteira com a França e depois volta para o território suíço, a mais de cem metros de profundidade). O teste servirá para assegurar que o acelerador está, de fato, funcionando.

A primeira colisão ainda pode levar alguns meses. Quando o equipamento estiver funcionando, cerca de 200 milhões de resultados de choques entre prótons serão armazenados e analisados com a ajuda de uma rede global de computadores de alta velocidade, que inclui, também, cientistas brasileiros. Três milhões de DVDs de dados anuais deverão ser obtidos nessas colisões.



terça-feira, 2 de setembro de 2008

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