quinta-feira, 31 de julho de 2008

Não podemos pensar um Universo em que o ser humano esteja separado do resto da natureza. Somos um só. Maltrate a natureza e é como se estivesse flagelando sua própria carne.

domingo, 27 de julho de 2008

INTRIGANTE - Por que o ouro é tão valioso?

O ouro (Au), do latim aurum (brilhante), possui número atómico 79 (79 prótons e 79 elétrons). Sua massa atômica é 197 u.

Metal amarelo brilhante, dúctil, maleável, condutor de eletricidade e de calor, resistente a corrosão, o ouro é um metal de transição e pertence ao grupo 11 (1 B) da tabela periódica. Pela sua resistência (é praticamente indestrutível) e pela dificuldade de ser encontrado, foi eleito como padrão de riqueza desde a antiguidade e, nunca mais deixou de estar associado a símbolos de prestígio e poder. Os alquimistas tinham como meta realizar a transmutação de outros elementos em ouro, através da "pedra filosofal". Tentativas frustradas do feito se estenderam por séculos.
O ouro 24k (puro) é extremamente maleável e na cor amarela. Para que esse metal seja apropriado para a confecção de jóias, são feitas as ligas com outros metais que acrescentam cor e resistência ao metal.
A cor e os quilates do ouro são definidos conforme sua liga.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

POR QUE ACREDITAR EM ÁTOMOS ?

Uma coisa é perguntar: "Acreditamos em átomos?"; outra, muito diferente, é: "Por que acreditamos em átomos?". Para responder a esta última pergunta, que é mais difícil, usaremos um exemplo despretensioso, para mostrar como se fazem tais decisões hoje em dia.
Um novo inquilino é informado por seu vizinho que o coletor de lixo passa todas as quintas-feiras de madrugada. O inquilino, um cientista, aceita a informação do vizinho (que teve a oportunidade de fazer observações sobre o assunto). Contudo, ele aceita-a provisoriamente até que ele próprio tenha a prova para tirar a conclusão. Depois de algumas semanas, o novo locatário fez numerosas observações relacionadas a existência de um coletor de lixo às quintas-feiras. A mais importante é o desaparecimento do lixo na manhã deste dia. Em segundo lugar, ele recebe uma conta mensal da prefeitura pelos serviços municipais, e há outras observações suplementares que são sugestivas. Não raro, ele é acordado às cinco horas da madrugada de quinta-feira por um forte barulho de ruído de caminhão. Ocasionalmente o barulho é acompanhado de alegre assobio, às vezes um latido de cachorro.
O inquilino tem agora muitas razões para acreditar na existência de um coletor de lixo. Entretanto, jamais o viu. Sendo um curioso e um cientista, ajusta o despertador às cinco horas da madrugada. Olhando pela janela, sua primeira observação é estar surpreendentemente escuro, sendo difícil distinguir as coisas. Contudo, percebe um homem carregando um objeto grande.
Ver é acreditar! Mas quais dessas evidências constitui "ver" o coletor de lixo? Qual fornece base para acreditar que existe um coletor de lixo? As evidências constituem o ato de "ver". E todas elas, tomadas em conjunto, fornecem a base para aceitar a "teoria do coletor responsável pelo desaparecimento do lixo". Visualizar um vulto indistinto às cinco horas da madrugada não constituiria "ver um coletor de lixo" se o lixo não desaparecesse àquela hora (Poderia ser o rapaz que distribui jornais ou o leiteiro). Tampouco o desaparecimento do lixo constituiria por si só o ato de "ver" o coletor (Talvez um cachorro comesse o lixo. Lembre-se do latido de cachorro!). Não, o locatário estava convencido de que há um coletor de lixo porque a suposição é corroborada por tantas observações, não sendo contrariada por nenhuma. Outras explicações possíveis adaptam-se também às observações, mas não tão bem (O locatário nunca ouviu um cachorro assobiar alegremente). A teoria do coletor de lixo é admitida como a teoria válida e útil para explicar um grande número de observações experimentais. Isto seria válido mesmo antes que o locatário pusesse os olhos no vulto indistinto, às cinco horas da madrugada.
Devemos concordar, todavia, que há vantagens no tipo de experiência por "visão direta". Desta maneira, pode-se obter informações mais pormenorizadas. É alto o coletor de lixo? Usa bigode? Poderia ser uma mulher? Este tipo de informação se obtém com menos facilidade quando se empregam outros métodos de observação. Vale a pena ajustar o despertador, mesmo depois de nos convencermos de que existe um coletor de lixo. Você é o novo inquilino. Informaram-lhe que os químicos acreditam em átomos e lhe pediram que, provisoriamente, aceitasse esta proposição até que por si mesmo a comprovasse. Desde então, empregamos continuamente a teoria atômica em nossas discussões dos fenômenos químicos. A teoria atômica é uma teoria válida e útil para explicar um grande número de observações experimentais. Estamos convencidos de que existem átomos!
(Autor desconhecido)

domingo, 6 de julho de 2008

INTRIGANTE - Por que às vezes a chama do fogão fica avermelhada deixando o fundo da panela preta?


O GLP (gás liquefeito de petróleo), gás que habitualmente se consome na cozinha, é a mistura de dois hidrocarbonetos existentes no petróleo: o propano (C3H8) e o butano (C4H10) mas, no entanto, existe também uma pequena quantidade de pentano (C5H12), menos volátil. Quando o gás está acabando o pentano é arrastado para queimar.

Desta forma o que acontece é que o pentano tem 5 carbonos, e exige mais oxigênio para uma "queima limpa". Como o nosso ar só tem 21% de oxigênio em volume, a queima é incompleta e a chama fica fuliginosa, manchando o fundo da panela.

Os gases propano e butano são inodoros, porém é acrescentado uma substância orgânica (mercaptantes) para que produza odor para melhor percepção em caso de vazamento.

sábado, 14 de junho de 2008

POEIRA DAS ESTRELAS 07

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terça-feira, 3 de junho de 2008

SUBSTÂNCIAS, MOLÉCULAS E ÁTOMOS


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Vídeo extraído do Youtube

quinta-feira, 29 de maio de 2008

A QUÍMICA DOS CORANTES

Segundo a wikipédia “um corante é toda substância que, se adicionada a outra substância, altera a cor desta. Pode ser uma tintura, pigmento, tinta ou um composto químico”. A humanidade sempre foi fascinada por cores. Há 20.000 anos caçadores da Era Glacial já utilizavam pigmentos para fazer inscrições rupestres nas paredes das cavernas, criando obras que resistem até os dias atuais.
Alguns tecidos que revestiam as múmias egípcias eram coloridos.
Com o tempo, muitos corantes naturais foram sendo descobertos e artificiais foram inventados.
O uso de corantes artificiais iniciou-se em 1856. Hoje, mais de 90% dos corantes empregados são sintéticos.
Entretanto, muitos corantes naturais utilizados na antiguidade ainda são empregados, e em larga escala, como o índigo, um pigmento azul, extraído da indigofera tinctoria, e a henna, utilizada até mesmo na indústria de cosméticos.
Até nosso país deve o nome a um corante: era do pau-brasil que se extraía um pigmento capaz de tingir tecidos com cores fortes, como vermelho, rosa ou marrom.
Atualmente, existem mais de oito mil compostos diferentes no mercado. Essas substâncias podem ser tanto orgânicas como inorgânicas. Elas dão cor à nossas casas, papéis, roupas, carros e alimentos.
Na indústria de alimentos alguns corantes são usados com mais freqüência.
Os aditivos alimentares permitidos encontram-se classificados por "famílias" que têm a ver com a função que exercem. A cada um corresponde um código, constituído pela letra E seguida de três algarismos. Os corantes vão de E100 a E199, os conservantes de E200 a E299, os antioxidantes de E300 a E330, havendo ainda estabilizantes, espessantes, emulsionantes, gelificantes, antiaglomerantes, acidulantes, potenciadores do sabor coadjuvantes dos antioxidantes.
Pela legislação brasileira no rótulo deve vir descrito a classe do aditivo (corante) e o nome por extenso e/ou INS. Os corantes artificiais devem apresentar no rótulo a indicação: COLORIDO ARTIFICIALMENTE.

Do urucum são fabricados os corantes naturais mais difundidos na indústria de alimentos, ou seja, os produtos do urucum representam aproximadamente 70 % (em quantidade) de todos os corantes naturais e 50 % de todos os ingredientes naturais que têm função corante nos alimentos. Dele são produzidos corantes com vasto uso em salsicharias, laticínios e cereais; corantes com grandes aplicações em produtos alimentícios como: massas recheios e produtos oleosos e condimentos como o colorau ou colorífico, muito comum na culinária brasileira e na América Latina.

Outro corante utilizado em larga escala na indústria de alimentos é o carmin de cochonilha.
Cochonilha é um corante extraído do extrato seco de fêmeas do inseto Coccus cactis. Estes insetos são encontrados com freqüência no Peru, Ilhas Canárias e, mais recentemente, na Bolívia, onde são cultivadas normalmente em plantações de palmas (cactos).


Da colheita é extraído um corante de cor vermelho violeta, com muito boa estabilidade ao calor, pH e oxidação.
Suas principais aplicações são em laticínios, doces, geléias, sorvetes, bebidas alcoólicas e cosméticos, para dar o colorido vermelho ou seus matizes.
A Cúrcuma ou açafrão brasileiro é de onde se extrai um corante cujo principal pigmento é a curcumina. É uma planta originária da Ásia, cultivada na China, Índia, Ilhas do Caribe e América do Sul. O principal produtor é a Índia.
No Brasil, a cúrcuma é vendida na forma de tubérculos (raízes), e também de pó desidratado, com vasta aplicação em culinária e em molhos de mostarda.
Como corante, seu uso ainda não é grande, mas é encontrado com freqüência para dar cor a massas alimentícias, sobremesas e sorvetes. Clorofila é o mais abundante pigmento vegetal encontrado na natureza. Existe em todas as plantas verdes e em muitas algas. A clorofila é a responsável pela fotossíntese das plantas.
O pigmento natural tem sua molécula de magnésio substituída por cobre para ficar mais estável à luz e ao calor, recebendo o nome de feofitina de cobre, pigmento este solúvel em óleo. Após a saponificação tem-se a clorifilina de sódio e cobre que é solúvel em água.
As aplicações mais comuns do corante de clorofila são em sorvetes, massas de vegetais, sobremesas e também na indústria farmacêutica e da higiene pessoal. Páprica doce é um pimentão cultivado na Espanha, América do Sul, Índia e Etiópia. Da páprica doce se extrai um corante oleoresina de cor vermelho-alaranjado, cujos principais pigmentos são a capsorrubina e a capsantina. Em menor quantidade também estão presentes o beta caroteno, licopeno, violaxantina e outros.
Na América do Sul, existem plantações organizadas de páprica no Brasil, Argentina e Chile. Porém, a produção do oleoresina requer equipamentos de extração e destilação de solventes de grande porte e devido o baixo consumo no Brasil, estes corantes ainda são importados.
As aplicações mais comuns dos corantes de páprica são em molhos condimentados, maioneses e embutidos cárneos.
Da beterraba roxa extrai-se um corante de cor vermelho intenso, cujo principal pigmento é a betaina ou batalina.
Dos corantes naturais, a beterraba é a mais instável com relação ao pH, luz, calor e oxidação. Por isso, é pouco usado como corante para alimentos. Este corante é usado no preparo de sorvetes, doces e na indústria de laticínios, confeitos e congelados.

Antocianina é um grande grupo de pigmentos hidrossolúveis, responsáveis pela coloração dos morangos, framboesa, uvas, batata roxa, repolho roxo, etc. Os corantes de antocianina são fabricados normalmente a partir de cascas de uva, cujo pigmento é a antocianina. Devido à solubilidade e à mudança de cor em função do pH, este corante possui uso restrito a produtos que normalmente são fabricados a partir de frutas que contêm: sorvetes de uva, geléias, vinhos compostos etc.

terça-feira, 13 de maio de 2008

QUÍMICA EXPERIMENTAL - PROVETA

Aparelho, normalmente graduado, usado para medir volumes variáveis de líquidos, dentro de sua escala, sem grande precisão. Pode ser fabricada em vidro ou plástico, com volumes que normalmente variam entre 5 e 2000 mililitros. Para a medida de volumes mais precisos e exatos, é preferível o uso das pipetas.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

QUÍMICA EXPERIMENTAL - BÉQUER

O béquer ou Becker é usado para dissolver uma substância em outra, preparar soluções em geral, inclusive soluções exotérmicas, aquecer líquidos sobre tela de amianto e realizar reações.

De modo grosseiro pode-se efetuar medidas com o copo de Becker, pois a sua medida é muito imprecisa (normalmente com precisão variante em 5% do marcado). Seu uso é recomendado para experimentos em que esteja presente pelo menos um sólido. Feito de vidro pyrex refratário ou de polímeros como o polietileno ou o polipropileno, o bécker pode ser utilizado em uma ampla faixa de temperatura. Suas capacidades volumétricas mais comuns são 80, 125, 250 e 400 mL, mas indo até 4 L ou mais entre os feitos de vidro e 20 L entre os de polímeros.

domingo, 11 de maio de 2008

QUÍMICA EXPERIMENTAL - TUBO DE ENSAIO

Usado para realização de reações químicas em pequena escala, ou seja, reações com pequenas quantidades de reagentes. Pode ser aquecido diretamente na chama do bico de Bunsen, com cuidado.

sábado, 10 de maio de 2008

QUÍMICA EXPERIMENTAL - ENLENMEYER

Inventado pelo químico alemão Emil Erlenmeyer, é utilizado no aquecimento de líquidos sobre tela de amianto e integra várias montagens como filtrações, destilações e titulações. Devido a seu gargalo estreito, é usado para dissolver substâncias e agitar soluções. Sua parede em forma de cone invertido evita que o líquido em seu interior espirre para fora.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

QUÍMICA EXPERIMENTAL

A Química é a ciência que estuda as propriedades das substâncias e as combinações dessas substâncias para formar outras. Ela é uma ciência experimental.
Ela trata dos elementos que constituem a natureza, de suas propriedades combinatórias, características, formas de obtenção, e aplicações. Ela estuda os materiais naturais e artificiais, suas transformações químicas e as variações de energia envolvidas. Porém, para sua compreensão é necessário o conhecimento e manejo de alguns materiais e instrumentos que são usados com mais freqüência nas aulas experimentais.
Veremos aqui alguns desses equipamentos.

Tubo de Ensaio
Béquer
Proveta
Enlenmeyer 

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