Galileu Galilei , no ano de 1610, foi o primeiro a identificar os anéis coloridos de Saturno com um telescópio. 400 anos depois, o telescópio espacial Spitzer localizou um novo cinturão orbitando a 27º do plano principal de anéis. Suas bordas começam a cerca de seis milhões de quilômetros do planeta, e sua largura é de 12 milhões de quilômetros.
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sexta-feira, 9 de outubro de 2009
DESCOBERTO NOVO ANEL DE SATURNO
Galileu Galilei , no ano de 1610, foi o primeiro a identificar os anéis coloridos de Saturno com um telescópio. 400 anos depois, o telescópio espacial Spitzer localizou um novo cinturão orbitando a 27º do plano principal de anéis. Suas bordas começam a cerca de seis milhões de quilômetros do planeta, e sua largura é de 12 milhões de quilômetros.segunda-feira, 5 de outubro de 2009
BIG ASTEROID
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
terça-feira, 21 de julho de 2009
quinta-feira, 21 de maio de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
ANTES DO BIG-BANG
sexta-feira, 20 de março de 2009
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
terça-feira, 14 de outubro de 2008
domingo, 12 de outubro de 2008
O SENHOR DOS ANÉIS
Veja neste vídeo imagens fantásticas feitas pelo telescópio Hubble de um dos mais fascinantes planetas do nosso sistema solar.
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
ADMIRANDO O PASSADO
"Olhe o céu, já não é o mesmo céu que você conheceu, não é mais." R. Seixas
Todas as estrelas nascem, vivem e morrem.
Elas estão tão distantes, que quando você olha para o céu, muitas vezes nem se dá conta, mas está olhando para o passado. Os astrônomos utilizam para medir a distância das estrelas o ano-luz, ou seja, a distância que a luz percorre em um ano, que equivale a 9,5 trilhões de km, já que a velocidade da luz é de 300.000Km/s. Isso significa que se uma estrela está a uma distância de 50 anos-luz da Terra, a luz que vemos hoje é aquela que ela emitiu há 50 anos, ou seja, a visão que temos agora da estrela corresponde ao que ela foi há 50 anos.
Todas as estrelas nascem, vivem e morrem.
Elas estão tão distantes, que quando você olha para o céu, muitas vezes nem se dá conta, mas está olhando para o passado. Os astrônomos utilizam para medir a distância das estrelas o ano-luz, ou seja, a distância que a luz percorre em um ano, que equivale a 9,5 trilhões de km, já que a velocidade da luz é de 300.000Km/s. Isso significa que se uma estrela está a uma distância de 50 anos-luz da Terra, a luz que vemos hoje é aquela que ela emitiu há 50 anos, ou seja, a visão que temos agora da estrela corresponde ao que ela foi há 50 anos.
Com telescópios poderosos e a ajuda de observatórios espaciais, os astrônomos conseguem ver as transformações das estrelas.
E descobriram, entre outras coisas, que quando olhamos para o céu, uma parte das estrelas que vemos já morreram há muito tempo. A sua distância de nós era tão grande que, quando a luz que emitiram chega até aqui, elas mesmas já não existem. A estrela do presente só iremos perceber daqui a 50 anos. No entanto, a distância entre a Terra e cada estrela existente no céu é diferente. Então, estamos observando, ao mesmo tempo, estrelas de diferentes épocas.
O nosso Sol, que também é uma estrela, um dia também irá morrer.
Ele está a 150 milhões de quilômetros da Terra e a luz emitida por ele leva 8 minutos para chegar até aqui.
segunda-feira, 4 de agosto de 2008
O UNIVERSO MACROSCÓPICO E O MICROSCÓPICO
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quinta-feira, 31 de julho de 2008
quinta-feira, 26 de junho de 2008
quarta-feira, 21 de maio de 2008
domingo, 20 de abril de 2008
domingo, 30 de março de 2008
POEIRA DAS ESTRELAS
O Fantástico exibiu recentemente a série "Poeira das Estrelas". São doze vídeos que investigam a origem do universo. O físico e astrônomo Marcelo Gleiser é quem acompanha como a Ciência vem se desenvolvendo através dos tempos.
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