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quinta-feira, 18 de junho de 2009

18 DE JUNHO - DIA DO QUÍMICO

Queremos parabenizar todos os profissionais da Química, principalmente os Professores, que diuturnamente fazem da Química bem mais do que um amontoado de fórmulas sem sentido, mas a tornam algo fascinante, despertando no aluno a curiosidade e instigando a pesquisa.Parabéns à você que por trás desta ciência, realizando ensaios, experimentos, estudos e pesquisas para investigar as reações das substâncias, faz da Química uma ciência cheia de encantos.
"O padeiro é um alquimista quando assa o pão, o viticultor quando prepara o vinho, o tecelão quando faz o tecido, portanto, seja quem for o responsável por tornar útil e levar ao ponto de ser usado pelo homem tudo o que cresce na natureza, é um Alquimista."

sábado, 2 de maio de 2009

INTRIGANTE - Qual o Elemento Químico mais perigoso?

Os critérios que influenciam o grau de perigo de um elemento químico são dose, concentração, solubilidade, tamanho, forma de contato, tempo, frequência e condições da exposição e até mesmo a sensibilidade de cada pessoa à substância.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

É NITROGLICERINA PURA!

Certamente você já ouviu essa expressão. A Nitroglicerina, ou trinitroglicerina ou ainda trinitrato de glicerina, um dos explosivos químicos mais potentes que existem, é obtida a partir da reação de nitração da glicerina.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

INTRIGANTE - É possível produzir água em laboratório?

A água é o componente biológico essencial à manutenção da vida animal e vegetal mas, com os problemas de escassez e poluição vem sendo um dos maiores problemas mundiais.
Mas e se pudessemos fazer água em laboratório não resolveríamos o problema?
Teoricamente seria simples: A molécula de água é formada por dois átomos de hidrogênio ligados a um átomo de oxigênio. Bastaria juntá-los em laboratório.
Porém, tal processo é extremamente perigoso e dispendioso. Não basta apenas misturar as moléculas de oxigênio e hidrogênio. Elas vão continuar sem reagir e o sistema continuará constituído por duas substâncias não unidas quimicamente. Para juntá-las precisamos unir as órbitas eletrônicas das moléculas e para fazer isso é necessário muita energia.
O oxigênio e o hidrogênio são extremamente inflamáveis, e para unir as tais órbitas eletrônicas precisaríamos de uma energia de ativação relativamente alta (uma fagulha por exemplo) e a explosão geraria apenas uma molécula de água.
Para se fazer uma quantidade considerável de água seria necessário um gigantesco, perigoso e inimaginável processo.
Mas no mundo inteiro cientistas estudam formas de viabilizar esse processo e talvez um dia a ciência possa tornar isso possível.

domingo, 12 de outubro de 2008

O SENHOR DOS ANÉIS

Veja neste vídeo imagens fantásticas feitas pelo telescópio Hubble de um dos mais fascinantes planetas do nosso sistema solar.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

ADMIRANDO O PASSADO

"Olhe o céu, já não é o mesmo céu que você conheceu, não é mais." R. Seixas
Todas as estrelas nascem, vivem e morrem. Elas estão tão distantes, que quando você olha para o céu, muitas vezes nem se dá conta, mas está olhando para o passado. Os astrônomos utilizam para medir a distância das estrelas o ano-luz, ou seja, a distância que a luz percorre em um ano, que equivale a 9,5 trilhões de km, já que a velocidade da luz é de 300.000Km/s. Isso significa que se uma estrela está a uma distância de 50 anos-luz da Terra, a luz que vemos hoje é aquela que ela emitiu há 50 anos, ou seja,  a visão que temos agora da estrela corresponde ao que ela foi há 50 anos.
Com telescópios poderosos e a ajuda de observatórios espaciais, os astrônomos conseguem ver as transformações das estrelas.
E descobriram, entre outras coisas, que quando olhamos para o céu, uma parte das estrelas que vemos já morreram há muito tempo. A sua distância de nós era tão grande que, quando a luz que emitiram chega até aqui, elas mesmas já não existem. A estrela do presente só iremos perceber daqui a 50 anos. No entanto, a distância entre a Terra e cada estrela existente no céu é diferente. Então, estamos observando, ao mesmo tempo, estrelas de diferentes épocas.
O nosso Sol, que também é uma estrela, um dia também irá morrer.

Ele está a 150 milhões de quilômetros da Terra e a luz emitida por ele leva 8 minutos para chegar até aqui.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

FEROMÔNIOS: O CHEIRO DO AMOR?



Para melhores resultados, inicie o player de vídeo e clique no botão PAUSAR imediatamente. Aguarde até a barra de progresso cinza alcançar o final do vídeo antes de reproduzi-lo. Isso carrega o vídeo inteiro no buffer para que você o assista sem interrupções.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

O LHC - ACELERADOR DE PARTÍCULAS

O LHC (Grande Colisor de Hádrons), acelerador de partículas mais potente já construído será testado amanhã. Poucas vezes se esperou tanto de um equipamento quanto do colossal acelerador de partículas construído ao longo da última década e meia, ao custo de US$ 8 bilhões. De suas entranhas, os cientistas esperam extrair nada menos do que os segredos da criação do Universo e da composição da matéria. O acelerador está enterrado cem metros abaixo da superfície, numa caverna com a altura de um prédio de oito andares que forma um túnel circular de 27 quilômetros de extensão. Ao longo desse túnel, entre milhares de quilômetros de fios e grossos canos, espalham-se 9,3 mil ímãs com a espessura de troncos de árvores, o tamanho de vagões de trem e pesando 35 toneladas cada.

Para resfriá-los, são usados 128 toneladas de hélio líquido. Por dentro dos ímãs, estendem-se dois tubos de vácuo. Em um dos tubos, um próton correrá em sentido horário. No outro tubo, um próton virá em sentido anti-horário. Acelerados a 99,99% da velocidade da luz, eles cruzarão um pelo outro 30 milhões de vezes por segundo.

Ao colidirem, 4 trilhões de elétron-volts de energia irão esmagá-los, libertando as partículas subatômicas. O objetivo da construção do complexo franco-suíço, que custou US$ 10 bilhões e é administrado pelo Cern (Organização Européia de Pesquisa Nuclear) é revolucionar a forma de se enxergar o Universo.
Embora improvável, existe a possibilidade teórica de que a experiência produza um miniburaco negro. Mas não será amanhã, quando os cientistas apenas farão um conjunto de prótons percorrer um túnel de 27 quilômetros de extensão, revestido por ímãs, construído no subsolo da região de Genebra (a estrutura passa sob a fronteira com a França e depois volta para o território suíço, a mais de cem metros de profundidade). O teste servirá para assegurar que o acelerador está, de fato, funcionando.

A primeira colisão ainda pode levar alguns meses. Quando o equipamento estiver funcionando, cerca de 200 milhões de resultados de choques entre prótons serão armazenados e analisados com a ajuda de uma rede global de computadores de alta velocidade, que inclui, também, cientistas brasileiros. Três milhões de DVDs de dados anuais deverão ser obtidos nessas colisões.



quarta-feira, 13 de agosto de 2008

O ÁCIDO ASCÓRBICO (VITAMINA C)

As vitaminas são moléculas orgânicas (contêm carbono), que funcionam principalmente como catalisadores para as reações dentro do corpo. Os catalisadores são substâncias que permitem que uma reação química ocorra usando menos energia e menos tempo do que precisaria em condições normais. A vitamina C (ácido ascórbico ou C6H8O6), muito mais do que prevenir a gripe e resfriados é uma das 13 principais vitaminas que fazem parte de um grupo de substâncias químicas necessárias para o funcionamento adequado do nosso organismo. Ela ajuda as células do organismo, incluindo os ossos, os dentes, as gengivas os ligamentos e os vasos sangüíneos, a crescer e permanecer saudáveis. Ajuda também o organismo a responder à infecções e ao estresse, além de auxiliar a utilização eficiente de ferro. Se o nosso organismo não receber quantidades diárias suficientes de vitamina C, ficaremos mais propensos a apresentar esquimoses na pele, sangramento nas gengivas, má cicatrização das feridas, perda de dentes, dores nas articulações e infecções. É um poderoso antioxidante, usado na síntese de algumas moléculas que servem como hormônios ou neurotransmissores. Ela é vital para a produção de colágeno. Por ser hidrossolúvel nosso organismo usa o que necessita e elimina o excesso. Desta forma não adianta aumentar a ingestão de vitamina C e achar que vai potencializar o seu efeito. A vitamina C é encontrada nas frutas cítricas, em verduras, tomate, cebola, pimentão, melão, abacaxi, kiwi, morango, goiaba, entre outros. O ácido ascórbico presente em frutas e legumes é destruído por temperaturas altas por um período prolongado. Também sofre oxidação irreversível, perdendo a sua atividade biológica, em alimentos frescos guardados por longos períodos.

domingo, 27 de julho de 2008

INTRIGANTE - Por que o ouro é tão valioso?

O ouro (Au), do latim aurum (brilhante), possui número atómico 79 (79 prótons e 79 elétrons). Sua massa atômica é 197 u.

Metal amarelo brilhante, dúctil, maleável, condutor de eletricidade e de calor, resistente a corrosão, o ouro é um metal de transição e pertence ao grupo 11 (1 B) da tabela periódica. Pela sua resistência (é praticamente indestrutível) e pela dificuldade de ser encontrado, foi eleito como padrão de riqueza desde a antiguidade e, nunca mais deixou de estar associado a símbolos de prestígio e poder. Os alquimistas tinham como meta realizar a transmutação de outros elementos em ouro, através da "pedra filosofal". Tentativas frustradas do feito se estenderam por séculos.
O ouro 24k (puro) é extremamente maleável e na cor amarela. Para que esse metal seja apropriado para a confecção de jóias, são feitas as ligas com outros metais que acrescentam cor e resistência ao metal.
A cor e os quilates do ouro são definidos conforme sua liga.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

POR QUE ACREDITAR EM ÁTOMOS ?

Uma coisa é perguntar: "Acreditamos em átomos?"; outra, muito diferente, é: "Por que acreditamos em átomos?". Para responder a esta última pergunta, que é mais difícil, usaremos um exemplo despretensioso, para mostrar como se fazem tais decisões hoje em dia.
Um novo inquilino é informado por seu vizinho que o coletor de lixo passa todas as quintas-feiras de madrugada. O inquilino, um cientista, aceita a informação do vizinho (que teve a oportunidade de fazer observações sobre o assunto). Contudo, ele aceita-a provisoriamente até que ele próprio tenha a prova para tirar a conclusão. Depois de algumas semanas, o novo locatário fez numerosas observações relacionadas a existência de um coletor de lixo às quintas-feiras. A mais importante é o desaparecimento do lixo na manhã deste dia. Em segundo lugar, ele recebe uma conta mensal da prefeitura pelos serviços municipais, e há outras observações suplementares que são sugestivas. Não raro, ele é acordado às cinco horas da madrugada de quinta-feira por um forte barulho de ruído de caminhão. Ocasionalmente o barulho é acompanhado de alegre assobio, às vezes um latido de cachorro.
O inquilino tem agora muitas razões para acreditar na existência de um coletor de lixo. Entretanto, jamais o viu. Sendo um curioso e um cientista, ajusta o despertador às cinco horas da madrugada. Olhando pela janela, sua primeira observação é estar surpreendentemente escuro, sendo difícil distinguir as coisas. Contudo, percebe um homem carregando um objeto grande.
Ver é acreditar! Mas quais dessas evidências constitui "ver" o coletor de lixo? Qual fornece base para acreditar que existe um coletor de lixo? As evidências constituem o ato de "ver". E todas elas, tomadas em conjunto, fornecem a base para aceitar a "teoria do coletor responsável pelo desaparecimento do lixo". Visualizar um vulto indistinto às cinco horas da madrugada não constituiria "ver um coletor de lixo" se o lixo não desaparecesse àquela hora (Poderia ser o rapaz que distribui jornais ou o leiteiro). Tampouco o desaparecimento do lixo constituiria por si só o ato de "ver" o coletor (Talvez um cachorro comesse o lixo. Lembre-se do latido de cachorro!). Não, o locatário estava convencido de que há um coletor de lixo porque a suposição é corroborada por tantas observações, não sendo contrariada por nenhuma. Outras explicações possíveis adaptam-se também às observações, mas não tão bem (O locatário nunca ouviu um cachorro assobiar alegremente). A teoria do coletor de lixo é admitida como a teoria válida e útil para explicar um grande número de observações experimentais. Isto seria válido mesmo antes que o locatário pusesse os olhos no vulto indistinto, às cinco horas da madrugada.
Devemos concordar, todavia, que há vantagens no tipo de experiência por "visão direta". Desta maneira, pode-se obter informações mais pormenorizadas. É alto o coletor de lixo? Usa bigode? Poderia ser uma mulher? Este tipo de informação se obtém com menos facilidade quando se empregam outros métodos de observação. Vale a pena ajustar o despertador, mesmo depois de nos convencermos de que existe um coletor de lixo. Você é o novo inquilino. Informaram-lhe que os químicos acreditam em átomos e lhe pediram que, provisoriamente, aceitasse esta proposição até que por si mesmo a comprovasse. Desde então, empregamos continuamente a teoria atômica em nossas discussões dos fenômenos químicos. A teoria atômica é uma teoria válida e útil para explicar um grande número de observações experimentais. Estamos convencidos de que existem átomos!
(Autor desconhecido)

domingo, 6 de julho de 2008

INTRIGANTE - Por que às vezes a chama do fogão fica avermelhada deixando o fundo da panela preta?


O GLP (gás liquefeito de petróleo), gás que habitualmente se consome na cozinha, é a mistura de dois hidrocarbonetos existentes no petróleo: o propano (C3H8) e o butano (C4H10) mas, no entanto, existe também uma pequena quantidade de pentano (C5H12), menos volátil. Quando o gás está acabando o pentano é arrastado para queimar.

Desta forma o que acontece é que o pentano tem 5 carbonos, e exige mais oxigênio para uma "queima limpa". Como o nosso ar só tem 21% de oxigênio em volume, a queima é incompleta e a chama fica fuliginosa, manchando o fundo da panela.

Os gases propano e butano são inodoros, porém é acrescentado uma substância orgânica (mercaptantes) para que produza odor para melhor percepção em caso de vazamento.

sábado, 14 de junho de 2008

POEIRA DAS ESTRELAS 07

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terça-feira, 3 de junho de 2008

SUBSTÂNCIAS, MOLÉCULAS E ÁTOMOS


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Vídeo extraído do Youtube

quinta-feira, 29 de maio de 2008

A QUÍMICA DOS CORANTES

Segundo a wikipédia “um corante é toda substância que, se adicionada a outra substância, altera a cor desta. Pode ser uma tintura, pigmento, tinta ou um composto químico”. A humanidade sempre foi fascinada por cores. Há 20.000 anos caçadores da Era Glacial já utilizavam pigmentos para fazer inscrições rupestres nas paredes das cavernas, criando obras que resistem até os dias atuais.
Alguns tecidos que revestiam as múmias egípcias eram coloridos.
Com o tempo, muitos corantes naturais foram sendo descobertos e artificiais foram inventados.
O uso de corantes artificiais iniciou-se em 1856. Hoje, mais de 90% dos corantes empregados são sintéticos.
Entretanto, muitos corantes naturais utilizados na antiguidade ainda são empregados, e em larga escala, como o índigo, um pigmento azul, extraído da indigofera tinctoria, e a henna, utilizada até mesmo na indústria de cosméticos.
Até nosso país deve o nome a um corante: era do pau-brasil que se extraía um pigmento capaz de tingir tecidos com cores fortes, como vermelho, rosa ou marrom.
Atualmente, existem mais de oito mil compostos diferentes no mercado. Essas substâncias podem ser tanto orgânicas como inorgânicas. Elas dão cor à nossas casas, papéis, roupas, carros e alimentos.
Na indústria de alimentos alguns corantes são usados com mais freqüência.
Os aditivos alimentares permitidos encontram-se classificados por "famílias" que têm a ver com a função que exercem. A cada um corresponde um código, constituído pela letra E seguida de três algarismos. Os corantes vão de E100 a E199, os conservantes de E200 a E299, os antioxidantes de E300 a E330, havendo ainda estabilizantes, espessantes, emulsionantes, gelificantes, antiaglomerantes, acidulantes, potenciadores do sabor coadjuvantes dos antioxidantes.
Pela legislação brasileira no rótulo deve vir descrito a classe do aditivo (corante) e o nome por extenso e/ou INS. Os corantes artificiais devem apresentar no rótulo a indicação: COLORIDO ARTIFICIALMENTE.

Do urucum são fabricados os corantes naturais mais difundidos na indústria de alimentos, ou seja, os produtos do urucum representam aproximadamente 70 % (em quantidade) de todos os corantes naturais e 50 % de todos os ingredientes naturais que têm função corante nos alimentos. Dele são produzidos corantes com vasto uso em salsicharias, laticínios e cereais; corantes com grandes aplicações em produtos alimentícios como: massas recheios e produtos oleosos e condimentos como o colorau ou colorífico, muito comum na culinária brasileira e na América Latina.

Outro corante utilizado em larga escala na indústria de alimentos é o carmin de cochonilha.
Cochonilha é um corante extraído do extrato seco de fêmeas do inseto Coccus cactis. Estes insetos são encontrados com freqüência no Peru, Ilhas Canárias e, mais recentemente, na Bolívia, onde são cultivadas normalmente em plantações de palmas (cactos).


Da colheita é extraído um corante de cor vermelho violeta, com muito boa estabilidade ao calor, pH e oxidação.
Suas principais aplicações são em laticínios, doces, geléias, sorvetes, bebidas alcoólicas e cosméticos, para dar o colorido vermelho ou seus matizes.
A Cúrcuma ou açafrão brasileiro é de onde se extrai um corante cujo principal pigmento é a curcumina. É uma planta originária da Ásia, cultivada na China, Índia, Ilhas do Caribe e América do Sul. O principal produtor é a Índia.
No Brasil, a cúrcuma é vendida na forma de tubérculos (raízes), e também de pó desidratado, com vasta aplicação em culinária e em molhos de mostarda.
Como corante, seu uso ainda não é grande, mas é encontrado com freqüência para dar cor a massas alimentícias, sobremesas e sorvetes. Clorofila é o mais abundante pigmento vegetal encontrado na natureza. Existe em todas as plantas verdes e em muitas algas. A clorofila é a responsável pela fotossíntese das plantas.
O pigmento natural tem sua molécula de magnésio substituída por cobre para ficar mais estável à luz e ao calor, recebendo o nome de feofitina de cobre, pigmento este solúvel em óleo. Após a saponificação tem-se a clorifilina de sódio e cobre que é solúvel em água.
As aplicações mais comuns do corante de clorofila são em sorvetes, massas de vegetais, sobremesas e também na indústria farmacêutica e da higiene pessoal. Páprica doce é um pimentão cultivado na Espanha, América do Sul, Índia e Etiópia. Da páprica doce se extrai um corante oleoresina de cor vermelho-alaranjado, cujos principais pigmentos são a capsorrubina e a capsantina. Em menor quantidade também estão presentes o beta caroteno, licopeno, violaxantina e outros.
Na América do Sul, existem plantações organizadas de páprica no Brasil, Argentina e Chile. Porém, a produção do oleoresina requer equipamentos de extração e destilação de solventes de grande porte e devido o baixo consumo no Brasil, estes corantes ainda são importados.
As aplicações mais comuns dos corantes de páprica são em molhos condimentados, maioneses e embutidos cárneos.
Da beterraba roxa extrai-se um corante de cor vermelho intenso, cujo principal pigmento é a betaina ou batalina.
Dos corantes naturais, a beterraba é a mais instável com relação ao pH, luz, calor e oxidação. Por isso, é pouco usado como corante para alimentos. Este corante é usado no preparo de sorvetes, doces e na indústria de laticínios, confeitos e congelados.

Antocianina é um grande grupo de pigmentos hidrossolúveis, responsáveis pela coloração dos morangos, framboesa, uvas, batata roxa, repolho roxo, etc. Os corantes de antocianina são fabricados normalmente a partir de cascas de uva, cujo pigmento é a antocianina. Devido à solubilidade e à mudança de cor em função do pH, este corante possui uso restrito a produtos que normalmente são fabricados a partir de frutas que contêm: sorvetes de uva, geléias, vinhos compostos etc.

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