O site WWF-Brasil lançou a campanha Hora do Planeta, um ato simbólico, que será realizado dia 28 de março, às 20h30, no qual governos, empresas e a população de todo o mundo são convidados a apagar as luzes para demonstrar sua preocupação com o aquecimento global.
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segunda-feira, 23 de março de 2009
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
terça-feira, 14 de outubro de 2008
sábado, 2 de agosto de 2008
AURORAS

As auroras são tempestades magnéticas que ocorrem nas regiões polares.Na região do Pólo Norte ela é conhecida como Aurora Boreal, sendo Aurora a deusa romana da alvorada e Boreas, vento norte em grego.
Na região do Pólo Sul ela é chamada de Aurora Austral, sendo que Australis quer dizer ”do Sul” em latim.
As auroras têm formas variadas, mas em geral elas apresentam um formato tipo cortina.
No fim da década de 50, os cientistas perceberam que, além de luz e calor, o Sol também emite grandes quantidades de matéria, ou, mais exatamente, prótons e elétrons. Deu-se o nome a este fluxo carregado eletricamente de vento solar. Ele é ininterrupto, mas quando há uma erupção solar torna-se mais violento.
Quando o vento solar entra em contato com o campo magnético terrestre, parte de suas partículas é atraída para onde existe maior atividade magnética, ou seja, nos pólos Norte e Sul. Nos pólos, as partículas vindas do Sol são aceleradas e, em contato com o oxigênio e o nitrogênio livres na alta atmosfera, emitem luz, como se estivessem num tubo de lâmpada fluorescente.
O fenômeno não é exclusivo somente à Terra, sendo também observável em outros planetas do sistema solar como Júpiter, Saturno, Marte e Vênus. Da mesma maneira, o fenômeno não é exclusivo da natureza, sendo também reproduzível artificialmente através de explosões nucleares ou em laboratório.
Na região do Pólo Sul ela é chamada de Aurora Austral, sendo que Australis quer dizer ”do Sul” em latim.
As auroras têm formas variadas, mas em geral elas apresentam um formato tipo cortina.
No fim da década de 50, os cientistas perceberam que, além de luz e calor, o Sol também emite grandes quantidades de matéria, ou, mais exatamente, prótons e elétrons. Deu-se o nome a este fluxo carregado eletricamente de vento solar. Ele é ininterrupto, mas quando há uma erupção solar torna-se mais violento.
Quando o vento solar entra em contato com o campo magnético terrestre, parte de suas partículas é atraída para onde existe maior atividade magnética, ou seja, nos pólos Norte e Sul. Nos pólos, as partículas vindas do Sol são aceleradas e, em contato com o oxigênio e o nitrogênio livres na alta atmosfera, emitem luz, como se estivessem num tubo de lâmpada fluorescente.
O fenômeno não é exclusivo somente à Terra, sendo também observável em outros planetas do sistema solar como Júpiter, Saturno, Marte e Vênus. Da mesma maneira, o fenômeno não é exclusivo da natureza, sendo também reproduzível artificialmente através de explosões nucleares ou em laboratório.
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