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domingo, 6 de abril de 2008

OS PERIGOS DO PARACETAMOL EM CASOS DE DENGUE

Em 2002, o Brasil foi atingido por uma das piores epidemias de dengue na sua história. Agora em 2008, seis anos depois, o mosquito da dengue volta a atacar o Rio de Janeiro. Dados oficiais revelam que a epidemia já infectou mais de 45 mil pessoas. 67 pessoas já morreram - 40% delas são crianças menores de 12 anos.
Esta semana o Ministério da Saúde chegou a pedir à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) a proibição da publicidade do Paracetamol (genérico do Tylenol).



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Paracetamol ou N-(4-hidroxifenil)etanamida C8H9NO2 , é um fármaco com propriedades analgésicas, mas sem propriedades antiinflamatórias clinicamente significativas. Atua, por inibição da síntese das prostaglandinas, mediadores celulares responsáveis pelo aparecimento da dor.
Esta substância tem também efeitos antipiréticos. Atualmente é um dos analgésicos mais utilizados por ser bastante seguro e não interagir com a maioria dos medicamentos. Faz parte da composição de uma série de medicamentos usados contra a resfriados e gripe.
A origem da palavra paracetamol tem a ver com a nomenclatura usada em química orgânica: N-acetil-para-aminofenol e para-acetil-aminofenol.
Desde 1993, a IUPAC recomenda para este composto o nome sistemático N-(4-hidroxifenil)etanamida.
Fonte: Wikipédia

Segundo especialistas o paracetamol agravaria as lesões do fígado de um paciente com dengue.
Todo caso de dengue é acompanhado de uma hepatite viral. Acontecendo uma junção do paciente com fígado fragilizado a uma droga agressiva, o órgão é prejudicado. O paciente apresenta um quadro em que o fígado altera suas funções, entre elas a coagulação, e começa a ter fenômenos hemorrágicos.
Esse tipo de situação leva o paciente a um quadro que pode ser tratado como dengue hemorrágica, quando na verdade podem ser sintomas da intoxicação pelo medicamento. O que prejudica a saúde do usuário é o uso prolongado e em altas dosagens do remédio. Muitas pessoas se automedicam, o que pode ser prejudicial porque o paracetamol destrói células do fígado.
Modelo tridimensional da molécula de paracetamol. Em preto: carbono; branco: hidrogênio; vermelho: oxigênio; azul: nitrogênio.
Nos Estados Unidos, é considerado um medicamento perigoso, pois, em certas doses, é capaz de matar, causando insuficiência hepática aguda. Geralmente são indicados comprimidos de 200 miligramas de paracetamol a cada seis horas. Contudo, a dose terapêutica está muito próxima da tóxica, que é de 4 gramas diários. É perfeitamente possível que uma pessoa com quadro de dengue grave venha a falecer pelo uso do paracetamol. Um dos sintomas de dengue grave é hepatite. Quando usado em doses inapropriadas, associado ao álcool ou em casos de febre muito alta, o remédio pode promover uma hepatite tóxica.

sexta-feira, 4 de abril de 2008

ARMAS QUÍMICAS E BIOLÓGICAS

As armas químicas e biológicas são as armas mais letais já concebidas pelo ser humano. O uso de substâncias tóxicas como armas de guerra não é uma prática recente como muitos imaginam. Essa já era uma prática comum durante a antiguidade e a Idade Média. Historiadores contam que em 429 antes de Cristo, espartanos incendiavam piche e enxofre com o intuito de criar fumaça tóxica durante as guerras. Os gregos poluíam os suprimentos de água de seus inimigos com cadáveres de animais e usavam flechas envenenadas em suas guerras há mais de 2 mil anos.

segunda-feira, 31 de março de 2008

A TABELA PERIÓDICA

Tabela periódica dos elementos químicos é a disposição sistemática dos elementos, na forma de uma tabela, em função de suas propriedades. É muito útil para se preverem as características e tendências dos átomos. Permite, por exemplo, prever o comportamento de átomos e das moléculas deles formadas, ou entender porque certos átomos são extremamente reativos enquanto outros são praticamente inertes etc. Permite prever propriedades como eletronegatividade, raio iônico, energia de ionização etc. (Wikipedia).
Desde o início do século XIX, várias tentativas, sem grande sucesso, foram feitas para organizar os elementos.
O trabalho mais detalhado foi feito, em 1869, pelo químico russo DMITRI IVANOVITCH MENDELEEV, e em 1913, através do trabalho do físico inglês HENRY G. J. MOSELEY, pôde-se identificar algumas inversões na ordem correta da tabela periódica, sendo, portanto, o primeiro dos trabalhos experimentais a ratificar o modelo atômico de Bohr. O trabalho de Moseley serviu para dirimir um erro em que a Química se encontrava na época por desconhecimento: até então os elementos eram ordenados pela massa atômica e não pelo número atômico, tornando-se a base da classificação atual. Dentre os 109 elemento conhecidos, os naturais, constituem a matéria do nosso mundo físico, e os artificiais foram obtidos em laboratórios de pesquisa nuclear.
Períodos - Denomina-se período ou série cada uma das linhas da tabela. O número do período corresponde ao número de camadas ocupadas pelos elétrons.
Famílias - As dezoito colunas da tabela são denominadas famílias ou grupos. Os elementos que pertencem a uma mesma família apresentam propriedades químicas semelhantes, pois possuem a mesma quantidade de elétrons na última camada.
O hidrogênio é diferente de todos os outros elementos e deveria ser colocado isoladamente na tabela; contudo ele aparece na família 1 (1A) por apresentar um elétron no subnível s da sua última camada.
Alguns autores imaginam tabelas periódicas diferentes das usuais.


Algumas tabelas periódicas online bem interessantes:

Vídeo extraído do Youtube

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